Visão atual da Recepção de TV Digital
Marcello Martins - Century
Os principais aspectos técnicos e mercadológicos, quanto as facilidades/vantagens da Recepção DTV e situações críticas encontradas nas principais cidades onde já existe SBTVD. Além disso, irá resumir como está a Recepção de TV Digital, HD e SD, em várias cidades do Brasil, do ponto de vista da Indústria de Conversores/Receptores, incluindo a Recepção Móvel 1 seg, Integração de Sistemas de Recepção Coletivos com Recepção HD versus SD.
Uso adequado de Antenas UHF, Interna e Externa, nas Residências e Coletivas.
Abordagem prática e com apresentação de situações de campo, considerando opiniões de técnicos experientes e consumidores formadores de opinião na cidade de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas.
Criação de conteúdo com interatividade e Suíte de Ferramentas de Integração com ambientes de Criação, Produção e Programação dentro do Radiodifusor.
Claudia Elias - TQTVD
O objetivo desta palestra é apresentar uma completa concepção do Processo e da Suíte de Ferramentas necessárias ao Radiodifusor (e a qualquer parceiro, associado ou afiliado de sua rede) para a criação de conteúdo digital interativo, totalmente integrado aos ambientes de criação, programação, produção, transmissão e recepção.
Para cada uma das equipes envolvidas será apresentado o ambiente necessário: Equipe de criação - ambiente de emulação do Ginga e ambiente de desenvolvimento; Equipe de programação - ferramentas de integração do pacote de conteúdo interativo a ser inserido e ligado ao conteúdo da programação ou da inserção comercial; Equipe de produção - ambiente de testes de qualidade;
Equipe de engenharia - playout de interatividade e ambiente de transmissão integrado com equipamento multiplexer.
A apresentação procurará também debater os modelos de negócio mais usuais que envolvem a interatividade e a interação do radiodifusor com produtores, patrocinadores e provedores de tecnologia interessados neste mercado.
A apresentação focará no ciclo de vida do conteúdo interativo dentro do radiodifusor e tem como meta esclarecer com riqueza de exemplos o processo e os investimentos necessários para o aparelhamento das equipes envolvidas neste ciclo de vida.
Instrumentação TV Digital
Silvino Almeida - Tektronix
Garantindo qualidade em estações de TV através dos equipamentos de medida.
A tecnologia de vídeo digital implica em mudanças na forma como avaliamos a qualidade do vídeo e da imagem, novas colorimetrias, novos protocolos, múltiplos formatos de distribuição e novos padrões de teste trazem uma nova cultura na forma de garantir a qualidade para o seu telespectador e de se estruturar a emissora.
Como podemos transformar instrumentos de medidas em pontos de controle e confiabilidade dentro das emissoras?
Perspectivas Internacionais para o SBTVD
Ademir Lourenço - FUCAPI
A nossa Experiência no Processo de Recomendação do Ginga-NCL para Serviços IPTV na UIT.
O H.761 (Ginga-NCL para Serviços IPTV). O H.721 (Terminal de Serviços). Próximos passos
3D
Erick Soares - Sony
Novos Sistemas de Câmeras de Estúdio e Tecnologias de Produção 3D
Conceitos e tecnologias que podem ser aplicadas para criar e desenvolver um fluxo de trabalho para produção de conteúdo em Alta Definição fazendo uso e explorando possibilidades da tecnologia 3D. Uma visão completa da captação até a exibição.
Redes em freqüência única na TV Digital
Luiz Rodrigo - Linear
Solução para melhor cobertura e economia de espectro na TV Digital.
Apresentação de solução completa para Redes de Freqüência Única para implantação da TV Digital no Brasil. Será apresentada a tecnologia, equipamentos e a solução para melhor cobertura e melhor utilização do espectro de UHF do Brasil, e ainda a experiência da Linear que instalou um sistema de Redes em Freqüência Única em Santa Rita do Sapucaí - MG, para fins científicos, e outros locais.
Tapeless:“Se” não é mais a questão, e sim “quando”
Darcio Pascale - AD Digital
Quando se analisa a necessidade de implantação de sistemas Tapeless no mercado de Broadcasting e Produção, a conclusão é que a evolução tecnológica é inerente a quase todas as áreas. A tecnologia da informação vem modificando em um prazo cada vez mais curto e freqüente o operacional das empresas.
Com o advento do HD, os engenheiros e gestores de conteúdo e eletrônico de vídeo precisam encontrar formas mais dinâmicas para alocar, manter e dar segurança ao vídeo armazenado nos sistemas atuais e, ao mesmo tempo, garantir um crescimento saudável e sustentável.
Será analisado todo o fluxo desde os conceitos básicos até as mais recentes tecnologias de armazenamento, controle e gerenciamento do conteúdo. Além do foco nas camadas de controle em ambientes de Broadcast, tais como: Automação, MAM, HSM e transcoding.
O mundo da TV Digital começa a mudar radicalmente as possibilidades de oferta de conteúdo pelos Broadcasters.
André Altieri - Cisco
Aliados a uma ampla disponibilidade de oferta de banda larga, os conteúdos podem agora ser distribuídos em vários formatos e diferentes mídias para a casa dos telespectadores.
Como o conteúdo de vídeo em alta definição pode agora chegar às várias residências através do sistema brasileiro de televisão e também proporcionar acesso por diversas outras mídias com total interatividade e escolha de conteúdo. Saiba mais como a Europa começa agora a revolucionar a maneira com a qual os Broascasters poderão proporcionar uma nova experiência ao seu telespectador. A Cisco através do seu sistema CDS (Content Delivery System) em conjunto com suas soluções de Distribuição de Vídeo Digital pode agora proporcionar esta nova experiência ao usuário.
Desenvolvimento do receptor de TV digital Brasileiro - Case
Ricardo Salles - FUCAPI
Aspectos tecnológicos: Tecnologias disponíveis. Normatização
Aspectos Desenvolvimento: Parcerias (COPPE - PUC-RJ e UFPB - INATEL - Fórum SBTVD). Prototipagem. Projeto. Teste de campo;
Aspectos financeiros: Custo. Mercado
Fibra Óptica como meio de transmissão: atuais benefícios
Daniel Diniz – Nevion
Os benefícios da utilização da Fibra Óptica como meio de transmissão vídeo, áudio e dados abordando os seguintes tópicos:
- Comparativos Fibra Óptica X Cabo Coaxial
- Aplicações em Estúdio (short haul)
- Aplicações em Eventos (long haul)
- Otimização do meio de transporte através do WDM, CWDM e DWDM;
- Multiplexação de serviços (HD-SDI, ASI, BTS, Banda-L, Gbeth) na fibra óptica
Gerenciamento - Media Space
Deny Dias – mktTV
MktTV MediaSpace: Digital Asset Manager como Serviço e o Case Amazon Sat/Rede Amazônica de Televisão
Os fluxos de trabalho 'tapeless' se tornaram parte do cotidiano da indústria de broadcast. Produtores e veículos dependem destes fluxos para movimentar e crescer seus negócios, mas os custos inerentes aos sistemas proprietários para DAM/MAM impõem uma forte barreira para a entrada ou para a atualização tecnológica da maioria das organizações.
Saiba em primeira mão como a Amazon Sat e a Rede Amazônica de Televisão conseguiram - de modo inovador e pioneiro em todo o mundo - elimar este problema ao adotarem o MktTV MediaSpace. O MktTV MediaSpace alia a escalabilidade, a integração e a disponibilidade em missão crítica do mundo broadcast com os modelos de negócio baseados em serviço e os custos do mundo de TI.
Curso de TV Digital - Modulo: Transmissão - Técnica de Transmissão OFDM
Carlos Nazareth - INATEL e SET
Diagrama em Blocos da estrutura de transmissão ISDB - ISDTV (T);
Transmissão hierárquica; Codificação de canal; Dispersão de energia (Randomizador); Interleaver; Gerenciamento de transmissão. SFN. Convívio dos sistemas analógico e digital.
TV Digital: overview para usuários
Euzebio Tresse - SET
Interatividade, SI/EPG, Closed Caption e OAD. Geração e transmissão de SI, EPG, Closed Caption, Interatividade (Ginga) e OAD para SBTVD.
Rodrigo Cascão Araújo - EITV
Nesta apresentação serão detalhados os principais aspectos técnicos relacionados com a geração e transmissão de SI (Service Information), EPG (Eletronic Program Guide), Closed Caption, Interatividade (Ginga) e OAD (Over the Air Download) para o sistema brasileiro de TV Digital (SBTVD ou ISDB-TB). A EITV atua no mercado brasileiro em fornecimento de equipamentos para a realização destas funções em emissoras geradoras e retransmissoras de TV digital.
Tecnologias para Regionalização e Distribuição de TV Digital:
Fabrizio Reis - Screen Service do Brasil
Essa apresentação irá apresentar as soluções disponíveis para a distribuição de programação através de uma rede de cobertura nacional de uma forma eficiente permitindo uso total do potencial SFN do sistema ISDB-T. Mostrar os aspectos teóricos e práticos das implementações. Os principais tópicos são as incompatibilidades dos sistemas SFN ISDB-T, topologias de redes, interfaces de usuários e capacidades de manipulação do EPG e equipamentos disponíveis atualmente.
Interatividade no Brasil e no Mundo
Humberto Ribeiro - FUCAPI
Silvio Maeta - FUCAPI
Breve descrição dos middlewares abertos utilizados pelos sistemas de TV Digital do Brasil e do Mundo (Ginga, BML, MHP, MHEG, H.200/201/202).
Exemplos de aplicativos interativos: t-commerce e application stores.
Durante a apresentação também será abordado o tema da interatividade nativa nos televisores modernos como, por exemplo, youtubeTV e WidgetTV.
Polarização Circular//Elíptica - Teoria x Prática
Marcelo Zamot - IDEAL ANTENAS
Com uma nova concepção de Polarização Circular, mostraremos estudos de casos, com análise teórica e prática. Apresentaremos como a Infra-estrutura da Torre do Sistema Radiante influencia no diagrama de Radiação de um ou mais arranjos de antenas. Para isso, usaremos o software HFSS (HIGHT FREQUENCY STRUCTURE SIMULATOR), o qual simula as diferentes variações mecânicas do Conjunto “Torre//Sistema Radiante”.
Conformidade TS: Problemas no Receptor
Newton Bitar - FUCAPI
Eduardo Sardinha - FUCAPI
1 - Codificação do canal: FEC. Time interleaving. 2 - Tabelas SI: PAT, PMT (MPEG-2 System). NIT, SDT, EIT e TOT (Padrão Brasileiro). Periodicidade/Conformidade. 3 - EPG. 4 - Parental Control. 5 - Resolução. 6 - Taxa de Quadros (Frame Rate). 7 - Decodificação de Dados Primários (Áudio e Vídeo Principal). 8 - Canal Virtual: Numeração dos Canais Digitais. Forma de Apresentação do Canal Lógico. Identificação do Programa Principal e One-Seg