11 DE NOVEMBRO
Abertura
Toshihiro Kanegae - SET e EBC
João Braz - SET
Emerson Weirich - SET e EBC
"Entendendo o Multiplex ISDB Brasil"
Palestrante: Carlos Fini - SET e Fórum de TV Digital
Será abordada a multiplexação no sistema ISDB ,operação básica , diagrama de blocos simplificado,as tabelas mandatórias e opcionais .A idéia é ressaltar a importância e impactos dessa etapa na formação do sinal digital das emissoras .
Também serão abordados os principais pontos observados desde o inicio de operação.
Experências na Implantação da TV Digital na EBC
Palestrante: Emerson Weirich - SET e EBC
Digitalização - A viabilidade das pequenas e médias emissoras de TV
Palestrante: João Braz - SET
Tecnologia para Regionalização de TV Digital
Palestrante: Fabrizio Reis - Screen Service
Essa apresentação apresentará as soluções disponíveis para a distribuição de programação através de uma rede de cobertura nacional de uma forma eficiente permitindo uso total do potencial SFN do sistema ISDB-T. Mostrar os aspectos teóricos e práticos das implementações. Os principais tópicos são as incompatibilidades dos sistemas SFN ISDB-T, topologias de redes, interfaces de usuários e capacidades de manipulação do EPG e equipamentos disponíveis atualmente.
Satélite - DVB-S2- Como implementar ou fazer Upgrade das Redes Existentes
Palestrante: Sidnei Brito SDB / Harmonic
A contínua e crescente demanda por segmento espacial encontra nesta tecnologia uma das formas de aumentar a oferta de banda por parte das operadoras de satélite ao passo que reduz o custo operacional dos Broadcasters. Entenda como o DVB-S2 funciona, seus princípios técnicos e sua implementação.
Tapeless:“Se” não é mais a questão, e sim “quando”
Palestrante: Darcio Pasquale - AD Digital
Quando se analisa a necessidade de implantação de sistemas Tapeless no mercado de Broadcasting e Produção, a conclusão é que a evolução tecnológica é inerente a quase todas as áreas. A tecnologia da informação vem modificando em um prazo cada vez mais curto e freqüente o operacional das empresas.
Com o advento do HD, os engenheiros e gestores de conteúdo e eletrônico de vídeo precisam encontrar formas mais dinâmicas para alocar, manter e dar segurança ao vídeo armazenado nos sistemas atuais e, ao mesmo tempo, garantir um crescimento saudável e sustentável.
Será analisado todo o fluxo desde os conceitos básicos até as mais recentes tecnologias de armazenamento, controle e gerenciamento do conteúdo. Além do foco nas camadas de controle em ambientes de Broadcast, tais como: Automação, MAM, HSM e transcoding.
Redes em freqüência única na TV Digital
Palestrante: Carlos Fructuoso - Linear
Solução para melhor cobertura e economia de espectro na TV Digital.
Apresentação de solução completa para Redes de Freqüência Única para implantação da TV Digital no Brasil. Será apresentada a tecnologia, equipamentos e a solução para melhor cobertura e melhor utilização do espectro de UHF do Brasil, e ainda a experiência da Linear que instalou um sistema de Redes em Freqüência Única em Santa Rita do Sapucaí - MG, para fins científicos, e outros locais.
Áudio
Palestrante: Luiz Fernando Cysne - CTO - Digital Tecnologia em Áudio e Vídeo
Padronização. Produção e Pós-Produção. Sistemas de Transporte. Sistemas de Transmissão.
Utilização de Polarização Eliptica em Antenas de Transmissão Digital, com comparações entre Antenas de Polarização Horizontal e de Polarização Elíptica
Palestrante: Leonardo Scheiner - SET e Trans-Tel/ Dielectric
Receptores de TV Digital
Palestrante: Marcello Martins - Century
Os principais aspectos técnicos e mercadológicos, quanto as facilidades/vantagens da Recepção DTV e situações críticas encontradas nas principais cidades onde já existe SBTVD. Além disso, irá resumir como está a Recepção de TV Digital, HD e SD, em várias cidades do Brasil, do ponto de vista da Indústria de Conversores/Receptores,incluindo a Recepção Móvel 1 seg, Integração de Sistemas de Recepção Coletivos com Recepção HD versus SD .
Uso adequado de Antenas UHF, Interna e Externa, nas Residências e Coletivas.
Abordagem prática e com apresentação de situações de campo, considerando opiniões de técnicos experientes e consumidores formadores de opinião na cidade de São.Paulo, Rio de Janeiro e Campinas, Ribeirão Preto e Uberlândia.
Sistemas de Captação
Palestrante: Erick Soares - SONY
Uma visão geral da evolução dos sensores de captação, abordando questões técnicas dos sensores mais comuns utilizados atualmente (CCD, CMOS) e as aplicações específicas para cada um deles, bem como os desafios da transmissão dos sinais avaliando as tecnologias hoje existentes.
12 DE NOVEMBRO
Curso de TV Digital - Módulo: transmissão - Técnica de Trasmissão OFDM
Palestrante: INATEL
Transmissão hierárquica; Codificação de canal; Dispersão de energia (Randonizador); Interleaver; Gerenciamento de Transmissão. SFN. Convívio dos sistemas analógicos e digital
Rádio Digital
Palestrante: Lúcio Martins da Silva - UnB
Edição não Linear para Jornalismo e integração com Arquivo Digital
Palestrante: Jaime Ferreira - Grass Valley
Media Asset Management e a integração com outros sistemas como Inews, ENPs, grafismo, cenografia virtual, etc.
Interatividade, SI/EPG, Closed Caption e OAD
Palestrante: Rodrigo Cascão de Araújo - EITV
Geração e transmissão de SI, EPG, Closed Caption, Interatividade (Ginga) e OAD para o sistema brasileiro SBTVD ou ISDB-TB.
Nesta apresentação serão detalhados os principais aspectos técnicos relacionados com a geração e transmissão de SI (Service Information), EPG (Eletronic Program Guide), Closed Caption, Interatividade (Ginga) e OAD (Over the Air Download) para o sistema brasileiro de TV Digital (SBTVD ou ISDB-TB). A EITV atua no mercado brasileiro em fornecimento de equipamentos para a realização destas funções em emissoras geradoras e retransmissoras de TV digital.
RNI - Radiação Não Ionizante: efeitos, pesquisa, normas internacionais, medição.
Palestrante: Patricia Ikeda - Rhode & Schwarz
Com a proliferação em áreas urbanas de estações transmissoras de RF, como emissoras de rádio, TV´s, Telefonia Móvel, Trunkings, Pagings e novos serviços como Wireless: Wi-fi, Wimax, entre outros; existe uma séria preocupação da população e autoridades locais quanto a possíveis efeitos adversos da exposição da população a campos eletromagnéticos.
Explicaremos o que é RNI - Radiação Não Ionizante - seus efeitos, as pesquisas realizadas, quais são as normas internacionais adotadas, abordar a norma brasileira adotada pela Anatel. Concluiremos com a solução da Rohde & Schwarz para a medição de RNI."
Iluminar é uma mistura de arte e ciência
Palestrante: Ricardo Kauffmann - Energia
A intensidade de luz correta: Medidas de luz. A sensibilidade das câmeras. Relação de contraste. Iluminar para os olhos ou para a câmera? A cena. Os tipos de luz. Como calcular.
A luz de alta fidelidade de cor: 3200OK é um padrão ou uma limitação? As nossas marcas e nossos produtos.
Visão Geral das atuais Infra-estruturas em 3 G.
Palestrante: Fernando Castelani - Harris
O HDTV continua sendo utilizado com os mesmos 1.5 Gb/s introduzidos no mercado a mais de uma década. Apesar disto, o HD-SDI em 3 Gb/s também começou a ganhar tradição. Então por que é tão importante levar em conta esta nova infra-estrutura em 3 Gb/s? Por que não utilizar apenas os equipamentos 1,5 Gb/s como estão disponíveis hoje em dia? É determinante conhecer algumas das implicações técnicas e financeiras dessa tecnologia emergente, para se ter uma visão clara de onde, como e por que essa nova tecnologia deve se tornar onipresentes nas novas instalações.
É importante notar que a infra-estrutura 3 Gb/s é flexível e suporta sinais a 270 Mb/s (480i, 576i) e 1,5 Gb/s (720p, 1080i). Para quem quer garantir seus sistemas prontos para o ambiente 1080p a 50 e/ou 59.94 frames por segundo, é necessária uma infra-estrutura 3 Gb/s Single link ou Dual-link 1,5Gb/s. O formato dual-link, utilizado por anos em ambientes de produção 1080p, não foi adotado pela comunidade Broadcast, devido à complexidade e custos elevados da construção de sistemas para tráfego, distribuição, roteamento e processamento de sinais "duplos", para apenas um canal a ser distribuído.
Baseado nestas premissas, discutiremos as diferenças e aplicações em Broadcast e Produção para essas novas infra-estruturas, bem como as diferenças entre os níveis operacionais Level A e Level B para o 3 Gb/s, suas origens e respectivas aplicações.
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