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SET na NAB2008 e Encontro SET e trinta 2008

Cobertura Programação Pavilhão Brasileiro Expositores
Mercado Brasileiro
Planejamento e Controle Palestras para download

NAB 2008
World’s Largest Electronic Midia Show

Conferências: 12 a 17 de abril de 2008
Exposição: 14 a 17 de abril de 2008

Las Vegas Convention Center (LVCC)
Las Vegas - Nevada - EUA
Realização: NAB - www.nabshow.com 

 

NAB: 80 anos

Expositores: 1.600 - Estrangeiros: 550
Área: 160.000 m2
Negócios: 50 bilhões
Visitantes: 105.259
Visitantes Estrangeiros: 28.310
Visitantes Brasileiros: 1.400
Imprensa: 1.296
Conferencias: 16  -  sessões: 600

SET na NAB2008
Tradição brasileira em Vegas, desde 1991

14, 15 e 16 de Abril de 2008
Encontro SET e trinta: 07: 00 às 09:00
Sala Brasileira: 09:00 às 17:30
Entrega de credenciais NAB 2009
Internet
Recepção de Brasileiros

Sala N110/ N109 - LVCC
Las Vegas - Nevada - EUA
Realização: SET - www.set.com.br

SET na NAB: 18 anos

Encontro SET e trinta:
Adesão: 400  -  Palestrantes: 19
Registro na NAB:
Feira: 950 - Congresso: 35
Sala Brasileira:
Visitantes: 1100  - Internet:  10 Patrocinadores: 23
Delegação Brasileira: 360
(SET/ Brazilusa/ Embaixada Americana)
Pavilhão Brasileiro: Expositores: 14  - Visitantes: 2.000

   

Cobertura: SET e trinta 2008 e breve relato sobre a
NAB 2008

 

SET e TRINTA 2008

Dias 14, 15 e 16 de abril de 2008, em Las Vegas, inserido no contexto da NAB 2008, a SET realizou um dos seus melhores Eventos, tanto em conteúdo, quanto em organização.

O Diretor de Eventos, FERNANDO PELÉGIO, abriu o Congresso dando boas vindas a todos; agradeceu aos PATROCINADORES e anunciou uma quantidade invejável de brindes a serem sorteados e 10 ilhas de internet/ computadores disponíveis na Sala Brasileira.

ROBERTO FRANCO, Presidente da SET, agradeceu a presença de todos e convidou o Ministro HÉLIO COSTA para falar sobre o momento atual da TV digital no Brasil. O Ministro parabenizou a SET pelos seus 20 anos e o SET e Trinta pelos 18; lembrou que a mídia não está dando à nossa DTV a cobertura que ela merece, quando diz que ela penetra somente em 35% da região metropolitana de São Paulo, mas não ressalta que a performance da TV Analógica é inferior em alguns pontos. Lembrou que os preços dos Set-top boxes continuam em queda. Até o fim do ano, metade das capitais brasileiras já deverá estar com a TV Digital “No Ar”. Convidou a todos para participarem da inauguração histórica do PAVILHÃO BRASILEIRO, parceria SET, SINDVEL (Sindicato das Indústrias Eletrônicas de Santa Rita do Sapucaí - Minas Gerais) e ApexBrasil. Temos de ressaltar e agradecer o Apoio do Governo Federal. Esperamos que em 2009 esse Pavilhão cresça em quantidade e conteúdo.

MATTEWS BETTS da RFS abriu o seminário focando nos produtos da empresa. Enumerou as mudanças que a empresa fez para adequar-se à realidade do mercado internacional, como a mudança da fábrica de antenas para a China em 2006. Deu as características do dipolo horizontalmente polarizado para UHF de 470 a 860 MHz. Citou a Radio Fire Antenna para ser colocada no topo onde não cabe mais nada. Mostrou um diagrama de 10 painéis em torno de torre. Explicou o sistema de monitoração que calcula VSWR e perda de retorno com Data Logging e Web Browser. Citou toda linha de combinadores e acessórios.

CRISTIAN FRENZA da TANDBERG/PHASE abriu o seminário lembrando que atender o segmento de consumo é um grande desafio operacional. O “C” invadiu o “P” e o “Prosumer”  tem que ser de baixo custo com qualidade. O novo enfoque é em múltiplos serviços e formatos. Tem que se pensar em propaganda dirigida, serviços On Demand e mundo virtual. Não há mais espaço para soluções analógicas. Tem que ser Any time, Any place, Any device , mas com o melhor conteúdo (Aliás esse era o lema da NAB 2008). Descreveu a linha de produtos da empresa e explicou como eles conseguem bit rates eficientes usando multiplexagem estatística em IP. Deu explicações sobre MPEG4, AVC e AAC. A Key Application é a TV Móvel, cuja receita deve atingir U$ 64 Bi em 2012.

RODRICK SMITH da EVERTZ/PHASE apresentou a linha de produtos da empresa, mas focou principalmente na linha de Multi-viewers. Explicou as tecnologias empregadas, aplicações, formatos e as novas placas de 3Gb/s. o grande key do produto é responder a pergunta “como usar espaços reduzidos sem perder informação”. É possível mostrar 2084 entradas em 64 displays. Pode-se colocar qualquer entrada em todos os displays. Aceita todos os formatos, desde analógico composta até ASI/IP. Citou a VIP-X que combina matriz com displays. Detalhou a linha de 3Gb/s e garantiu que o sistema evita ponto único de falha, bem como o seu cascateamento.  

JUAN CARLOS ORTOLAN da NVISION/LIBOR foi o Palestrante que falou sobre Formatos e Resoluções para Vídeo e Filme. Lembrou que o Progressivo vai exigir a placa de 3 Gb/s. Mostrou a evolução das matrizes e o desafio de fabricar produtos compatíveis com 3Gb/s. Ganho dos CIs, Cabos, Perdas, Jitter, Re-clocking são alguns dos problemas que precisam ser superados. Detalhou a evolução dos produtos da empresa e um slide mostrou o efeito de re-clocking em 270 Mb/s. As matrizes multi-formatos são configuráveis e podem chegar até 1152 x 1152.

CARLOS FRUCTUOSO da LINEAR encerrou o primeiro dia com chave de ouro dando aula sobre as tecnologias disponíveis para a TV Digital. Além de recordar as diferenças operacionais com as transmissões analógicas, explicou como interpretar as normas do nosso ISDB-TB. Chamou atenção para uma operação equivocada que poderá acontecer ao se tentar aumentar a área de cobertura dando mais potência aos Transmissores; além de não resolver o problema, pode piorar saturando os receptores, Explicou como se projetam redes SFN e de Gap Fillers. Deu várias dicas sobre como fazer o link do Mux com o Tx onde o GPS precisará ser usado se estiverem separados. Mostrou a linha de produtos da empresa que atende aos 3 sistemas de TV Digital do mundo.

No segundo dia, terça 15, a HARRIS abriu o seminário com BRIAN CABECEIRAS que focou o novo Workflow de Jornalismo para a TV Digital. Enfatizou a necessidade da Interoperabilidade para reduzir custos. Deu o status do Jornalismo nos EUA onde 24% já está em HD, que mantém a competição da mídia e abre novos mercados como IPTV, por exemplo. Nomeou a linha de Editores da empresa que podem trabalhar isolados ou em redes, de todos os fabricantes. Lembrou que 3 Gb/s é uma realidade indispensável em qualquer Emissora, principalmente para 1080p.

IAN TROW da THOMSON mostrou porque tem que ser em HD. O cenário é para múltiplas plataformas/formatos/padrões. O retorno esperado é impressionante. Fala-se em U$ 45 Bi em todo o mundo. Mostrou como se faz a compressão para chegar em 18 Mb/s e comparou o resultado com SD. IP ainda precisa de padronização e tem o legado da rede. HD na rede ainda não é sistêmico; tem muito Lip sinc. Ainda falta Viewfinder em HD.

FERNANDO BITTENCOURT coordenou um painel com LARRY THORPE da CANNON e THOMAS LUND da TC ELECTRONIC.

LARRY é um dos mais completos profissionais de Televisão do mundo ocidental e iniciou sua carreira na BBC (em 1961) que dominou todos os grandes desenvolvimentos até a década de 80, aproximadamente. Além disso o Larry está sempre à disposição da SET para fazer suas palestras mostrando os cenários/desafios que estão surgindo.
Nessa apresentação ele abordou praticamente HDTV com foco na hierarquia de câmaras High End . Trinta mil dólares é uma boa referência para a fronteira. Misturou cinema com vídeo, contou a história do primeiro e listou a evolução de seus padrões. Hoje é fácil escolher uma câmara High End para cinema. Abordou lentes com as suas principais características que afetam diretamente a resolução final do produto (MTF, profundidade de campo, distorções etc). O cinema tem que ir para 4K, mas os sensores precisam responder. HD em 3D aparece como boa opção para esportes, mas faltam padrões. Mostrou as soluções de compromisso entre valores e qualidade onde as produções de baixo custo chegam rapidamente no mercado. Os CMOSs crescem muito.

THOMAS LUND da TC Electronics foi muito oportuno na escolha do tema que, se na TV Analógica já exige uma atenção operacional muito grande, na Digital será mais um desafio a ser vencido: LOUDNESS, cujo controle nas plataformas de broadcast é muito difícil pela grande variedade no conteúdo. Loudness é subjetivo, volume é objetivo. Metadados tem que acompanhar o produto sempre. O Dialnorm procura manter o nível correto, mas ele precisa andar junto com os metadados inclusive nos Upmixing e Downmixing. Mostrou uma tela tipo radar para monitorar e medir os parâmetros diretamente relacionados ao loudness. Ensinou como calibrar o loudness para mono, estéreo e 5.1. A consistência indica como o loudness varia dentro do programa; precisa ser bom para voz, música e filmes. Comerciais e Pop CDs têm alta consistência, mas filmes não. Citou as normas da ITU-R (BS-1770) e como usá-las. Mostrou como fazer a melhor prática em AC3.

ERICK SOARES, da SONY iniciou sua apresentação dizendo que HD é o DNA da SONY (HDNA - HD it’s in our DNA ). Falou nos Codecs disponíveis no mercado, lembrando que para HD as exigências são mais apertadas, exigindo características específicas. Eficiência ou é mais qualidade na mesma taxa de bit, ou a mesma qualidade com taxa de bit menor. Comparou os produtos SONY com o mercado e explicou como funciona internamente um codec em termos de eliminar as redundâncias temporais e espaciais. Deu a estrutura do MPEG2 Long GOP, AVC e AVC intra e informou que a SONY está desenvolvendo um AVC Long GOP. Lembrou que HDV usa MPEG2 Long GOP.

No último dia a primeira palestra foi do FERNANDO MONETTI da MIRANDA / LIBOR. Apresentou a MIRANDA como a empresa pronta para a transição do analógico para o digital em HD, porque produz todas as interfaces necessárias para conversão de todos os formatos e padrões. Citou todos os produtos com as características. Dolby E e AC-3, Retardo de áudio, Metadados na Emissora, Estéreo e 5.1 simultâneos, HD com AC-3 e Dolby E foram alguns dos produtos descritos. Usa Linear Acoustic nos seus algorítimos para as conversões; dialnorm é para manter os níveis corretos e Nível e Metadados têm que andar juntos. Comparou a solução da sua empresa com a Dolby que usa muitas caixas enquanto eles usam somente duas.

OLÍMPIO FRANCO moderou o painel do último dia, quarta, em que participaram JIM HILSON da DOLBY e DAVID WOOD da EBU.

JIM HILSON da DOLBY mostrou didaticamente as diferenças nas áreas de Captação, Armazenamento e Distribuição para se trabalhar em 5.1. Técnicas de microfones, limitações de cabos, estéreo e sistemas de Home Theaters foram os pontos mais importantes. Sobre armazenamento falou nas limitações de servidores, fitas e A/B routing. E Sobre distribuição citou o DolbY E como mais adequado e listou os cuidados a serem tomados para entregar estéreo e 5.1. Descreveu a linha de produtos da Dolby com ênfase no 5.1 Guidelines.

DAVID WOOD da EBU fez uma apresentação voltada para os efeitos que as mudanças rápidas das tecnologias afetam o dia-a-dia de todos. Usou conceitos de sociologia. Brincou com franceses, italianos, argentinos e brasileiros. Na forma de generalizações. Raramente existe a melhor tecnologia para cada mídia. Idéias são mais rápidas, mas não dá para implementar porque os ciclos estão diminuindo. A Lei de Moore é um grande problema porque a densidade dos chips dobra a cada 18 meses. Deu vários exemplos atuais. Citou algumas regras de ouro para não se arrepender:

  1. escolher o padrão certo no tempo;
  2. não ter medo de escolher;
  3. não ter medo do futuro;
  4. o fato de não se ver o horizonte não significa que ele não existe

Deixou No Ar algumas preocupações como “em fevereiro de 2009 acaba o analógico nos EUA. É o fim do SD?”. Inseriu a UHDTV (Ultra High Definition Television) e Suoer High Vision nos seus comentários e brincou com os vários padrões de TV Digital.

Finalizando o dia e o evento o PAULO HENRIQUE, da TV GLOBO, SET e Coordenador do Módulo Técnico do Fórum da TV Digital Terrestre fez uma breve introdução sobre o estado atual das normas e disse que a parte declarativa do GINGA já está pronta e funcionando. Deu o status da negociação com a SUN para se fazer uma plataforma aberta, em JAVA, para ser usada na interatividade do nosso ISDB-TB. O ROBERT GLIDDEN da SUN Microsystems complementou a apresentação iniciando com duas perguntas;

  1. Por que o Brasil
  2. Por que o MHP?

Lembrou que o Brasil é um grande mercado para a TV Aberta, é Inovador, é do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e quebrou o rank do DVB e ATSC.  A SUN quer alinhar interesses com EBU e a Comunidade Européia para se obter um padrão livre nas TVs terrestre e móvel. Contou a história do MHP desde 1997 até 2008 quando a EBU retirou a recomendação para se usar o MHP.
Comentou as falhas do DVB e as várias interpretações dos termos usados em negociações sobre patentes.

ROBERTO FRANCO, Presidente da SET e do Fórum encerrou o evento agradecendo a todos pela presença e também aos que trabalharam na sua viabilização. Informou que o Brasil iniciou o processo de desenvolvimento da tecnologia com a criação do software aberto para o GINGA.

BREVE RELATO SOBRE NAB2008

Embora eu tenha ficado praticamente à disposição do estande do Fórum no Pavilhão Brasileiro consegui captar alguns High Lights da NAB 2008. Vou citá-los abaixo:
  1. Está fácil comprar câmaras para Cinema Digital. Aumentaram as opções de Câmaras High Speed.  Os fabricantes visam Beijing (Olimpíadas na China). As câmaras são Multi-formatos e Multi-padrões, processamento em 22 bits, ADs com amostragem em 14 bits, CCDs de 9 milhões de pixels, Triax de 1200m;
  2. Scanners e Datacines 4K compatíveis, com todas as perfurações dos filmes de 35mm. Compatível com SMPTE 268M;
  3. Streaming em tempo real 2K e 4K, via WAN em 10Gb/s;
  4. Digital Signage para distribuir SD/HD em TCP/IP para pontos de vendas, corporativos etc;
  5. As matrizes viraram Videohubs e todas têm 3Gb/s e re-clocking em SDI para permitir cabos maiores e assim facilitar os projetos de instalação;
  6. Um display usando nanotecnologia chamou atenção de muita gente porque usa 10.000 emissores por pixel; é como se fossem muitos minúsculos CRTs para iluminar a tela; claro que a tela é plana. Visitem www.fe-tech.co.jp/em/ ;
  7. Muitas opções para infraestrutura de Áudio 5.1 Surround. Para se ter uma idéia sobre esse dado, dos 28 equipamentos listados no PICK LIST da Broadcast Engineering, 6 eram de Áudio.
  8. Servidor com Flash Memory, isto é sem partes móveis;
  9. Super High Vision TV com 32 Mpixeis;
  10. DTV Trekker - Unidade Móvel que explica para a população como será a transição do Analógico para o Digital;
  11. Finalmente a IPTV ganhou um Pavilhão na NAB;
  12. ETC (Entertainment Technology Center) tinha foco mudando para 4K;
  13. DI, 3D, Pirataria e Projetores dominaram as discussões sobre Cinema Digital;
  14. Na parte de palestras dois assuntos sobressaíram: Um de interesse de todos - TV Móvel. Outro de interesse local - a transição para o digital em 17/02/2009 nos EUA.
Euzebio Tresse - Consultor - SET - 01/05/08
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  PROGRAMAÇÃO - Encontro SET e trinta 2008

Abertura
Moderador: Fernando Pelégio - SET

Palestrante: Roberto Franco - SET
Apresentando as boas-vindas,  informou  que os brasileiros vieram para conhecer e mostrar novas tecnologias na NAB Show 2008. Demonstraremos a TV digital do Brasil, no ar, com equipamentos de transmissão nacionais. Ressaltou que novamente os Brasileiros são a maior delegação internacional - 1.400.

Palestrante: Ministro das Comunicações - Helio Costa
Na sua segunda  participação no SET e Trinta, comentou que estar presente neste evento de relevância internacional é importante para ficar em dia com as novas tecnologias. Ressaltou ser motivo de orgulho a existencia  do Pavilhão Brasileiro, com 14 empresas apresentando sua tecnologia e potencial.
Relatou que a TV digital brasileira "vai muito bem, obrigado”, e que só não decolou na cabeça de alguns brasileiros, que torcem contra. "A TV digital brasileira não foi uma decisão do Governo, mas o resultado da pesquisa séria de mais de 1.200 técnicos, de 22 consórcios e a SET teve grande envolvimento nisso”, disse.

 

Empresa: RFS - Radio Frequency Systemas
Palestrante: Matthew Betts
Novas Tecnologias para Transmissão Digital no Brasil
Apesar dos desafios encontrados no processo de digitalização em São Paulo, foram vislumbradas soluções ainda mais ajustadas ao mercado brasileiro. Nesse contexto, a palestra apresentou soluções estado de arte usando as antenas de última geração para TV Digital aplicáveis ao ISDBTb com soluções econômicas para ‘gap-fillers’. Apresentado o desenvolvimento de painéis UHF em polarização circular, que visam as melhorias em recepções móveis e ‘indoor’. Relatou sobre os filtros de máscara e combinadores de altíssima qualidade e (decalados) que atendem aos mais rigorosos requisitos técnicos, as últimas concepções de dispositivos de alta potência e sua mecânica compacta, além do painel de patch com tecnologia ‘rapid-release’, desenvolvido para a utilização de alta potência em U-links de 6-1/8”.

 

Empresa: Tandberg TV / Phase
Palestrante: Christian Frenza
Enhancements in TV content creation and distribution
The television viewing experience has evolved tremendously over the last several years from a purely linear and passive viewing experience on a traditional television set with standard definition programming to a much richer high definition consumer driven personal experience.
The digitization of media content will not only enable viewers to explore many different avenues to consume the same content they are accustomed to but it will also help operators and content owners increase distribution efficiency over a larger diversity of platforms allowing new revenue models to be explored.
In this presentation, TANDBERG Television Inc, a global leader in live and on-demand solutions, will explore the latest developments in video compression, both in standard definition as well as in high definition, and audio compression technologies over a variety of delivery platforms with a special focus on the newly adopted digital terrestrial standard for television in Brazil, the ISDB.
The contents of such presentation will not only provide the audience with a status update of the current technologies and its challenges but it will also share TANDBERG Television's vision on the future enhancements and opportunities yet to come.

 

Empresa: Linear
Palestrante: Carlos Fructuoso
Tecnologia de Transmissores e Implementação de Transmissão de TV Digital
Apresentação das tecnologias mandatórias em transmissores de TV Digital ISDB, apresentando o estado da arte destas mesmas tecnologias. Concluindo com os destaques e os cuidados mais importantes na implementação de transmissão de TV Digital.

 

Empresa: N-Vision/ Libor
Palestrante: Juan Carlos Ortolan
Infra-estrutura de TV Digital - Transição a HDTV
Formatos de geração de vídeo entrelaçado e progressivo. Padrões SMPTE para Coax e Fibra. Padrão 10GE. Performance elétrica dos componentes básicos da infra-estrutura de cobre. Recuperação de uma sinal digital num router de infra-estrutura. Performance com diferentes comprimentos de cavo. Desenho de routers de 1152x1152 para 3G. Confirmação de teorias e novos conceitos de implementação. Integração de Multi-Image Display com o router de infra-estrutura. Gerenciamento da instalação em routers de grande tamanho. Estratégia de instalação em função das distancias. Integração de routers de vídeo e áudio digital. Arquitetura e incorporação de funções de processamento avançadas no router. Processamento DolbyE numa planta digital. Utilidade da RP-2020. Integridade do ANC data. Down Mix e Up Mix e consistência na transmissão de áudio 5.1.

 

Empresa: Evertz/ Phase
Palestrante: Rodrick Smith
Evertz Visualization Product Technology
An in-depth look at Evertz visualization technology for compact single module based multi-image display solutions, modular multi-image display solutions and hybrid routing and multi-image display solutions.
Evertz compact multi-image display solutions utilize solid state components leveraging next generation image processing technology to provide a compact visualization solution ideal for smaller production and OB applications. Leveraging the same multi-frame chassis used for our entire modular product line this is a very versatile solution allowing for various modular products to share the same rack space as this compact multi-image processor.
Evertz modular multi-image solutions utilize a non-frame limited architecture to provide the most flexible and expandable multi-image display solution on the market today.
Through our patented PLINK technology we have installed the largest multi-image solutions in the world today with the largest being Fox Digital’s 512 input
HD/SD/Analog system feeding any input to any of 64 1920x1080 displays with completely independent display layouts.
Evertz combined routing and multi-image display solutions leverage Evertz routing technology and our MVP/VIP multi-image products to provide a truly integrated router/multiviewer solution that has no affect on router inputs/outputs. Using our patented XLINK technology we are able to provide single cable connections to multiimage display processors providing the most flexible integrated solutions on the market today.

 

15/04/2008 - Terça Feira - Moderador: Fernando Pelegio

Empresa: Harris
Palestrante: Brian Cabeceiras
Advanced Newsroom Workflows enabled by Interoperability
When converting a News Operation from Analog/Tape to Digital/Disk and to enable High Definition operations there are many disparate systems which must operate seamlessly together. There are 3 main areas for consideration:
1. Command and Control; the NewsRoom Computer System (NRCS) must interoperate with external sources such as News Wire services and with internal devices such as Servers, Editing, Production control.
2. Metadata and Asset Management; Operators - whether Editors or Journalists at their desktop - must be able to easily find data, view in an appropriate format, such as low resolution, and track the media from
Ingest, to Archive to Air.
3. File and Project Interoperability; the days of a single "house format" are gone. Modern newsrooms must be able to handle from various tape acquisition formats, various flavors of MPEG2, MPEG4, Motion JPEG, and even consumer formats such as video from cell phones. Editors from various suppliers must also be able to coexist on the same system.
4. Baseband systems; 270Mb/s, 1.5Gb/s, 3Gb/s must be considered in designing the infrastructure of Fiber, Coax, Routing, Distribution, Format Conversion, Monitoring and Test & Measurement.
In this discussion, Brian Cabeceiras VP Strategic Marketing & Technology for Harris Broadcast Communications will describe how various levels of interoperability with adherence to industry specifications can simplify the transition to Digital and High Definition News.

 

Empresa: Thomson
Palestrante: Ian Trow
Os desafios do HDTV
Quais as principais diferenças apresentadas ao usuário final , qual o tamanho desta oportunidade nos diferentes meios de transmissão, e quais os desafios de implementação desta tecnologia do ponto de vista dos Broadcasters e provedores de conteúdo.

 

Forum Cenários Mundiais:  Tecnologia e Inovações.
Moderador;  Fernando Bittencourt - SET

 

New Directions in HD Production
Palestrante: Larry Thorpe - Canon - EUA
At the very high-end (for moviemaking and prime time HD production) there are two emerging directions: one, relates to refinements to the established 2/3-inch tri-imager cameras, and, a second, to large format single-imager cameras. The pinnacle of HDTV production in the form of 1080/60P is becoming a significant reality. New generation HD studio lenses have arrived to meet this higher level of performance. Auto focus within HDTV studio and field lenses offers important new assistance to camera operators. 3D HD has arrived and is generating high attention among the Hollywood studios.
New workflows in HD broadcast news are driving developments in mainstream field acquisition to nonlinear tapeless systems -- with many diverse offerings. Low-budget HD acquisition is seeing a proliferation of small format imaging systems. Three HD portable lens platforms have evolved to meet the dramatic broadening in the range of HD performance-cost among all of these HD systems.

 

O Loudness na TV digital
Palestrante: Thomas Lund, da TC Electronics,
Realizou bela apresentação sobre um dos pontos críticos da TV digital. Comentou que os medidores de pico são muito usados, mas o loudness é subjetivo enquanto que o nível pode ser medido. O melhor loudness depende das condições do ambiente e da situação do ouvinte. Lund apresentou estatísticas de avaliação de erros, deu exemplos práticos de medidas e mostrou como calibrar o loudness para mono, estéreo e 5.1. Por variar dentro de um mesmo programa, ele precisa ser bom para voz, música e filmes. Deu um bom exemplo de broadcast (news) e citou vários métodos para ajustar os resultados das medidas, usando um display de radar.

 

16/ 04/2008 - Quarta Feira - Moderador: Fernando Pelégio

Empresa: Miranda/ Libor
Palestrante: Fernando Monetti
Sistemas de monitoracao multicanal remota sobre IP. Desafios no manuseio de sinais complexos de audio
A apresentacao é baseada em solucoes de monitoracao remota sobre o protocolo IP, como controlar equipamento exisitente de uma maneira efetiva e a sua representacao em uma formato grafico simples mostrando tambem sitemas de alarmes e medicao dos sinais remotos.
Adicionalmente será apresentado um resumo de sinais complexos de audio como Dolby e como eles devem tratados na cadeia de transmissao.

 

Empresa: SONY
Palestrante: Erick Soares
Paradigmas entre os CODECS
Com uma melhor qualidade e baixo bit rate, maior tempo de gravação e melhor armazenamento em qualquer mídia, e além de um custo baixo, o MPEG-2 Long GOP, vem se demonstrando o codec mais aplicável nas inúmeras aplicaçõesbroadcast. Estudos comparativos entre: AVC-I 100, AVC-I 50, AVC-Long GOP, MPEG-2 Long GOP 35, MPEG-2 Long GOP 50, DVCPRO 100, serão mostrados analisando razão de compressão, robustez, multi geração, desempenho em sistemas NLE, softwares para decoder e encoder, além de equiparação entre eles e viabilidade de utilização com relação à tecnologia e infra-estrutura de processamento. O Objetivo é mostrar com clareza quais os benefícios e limitações destes CODECS bem como um Road map do que se espera em termos de novas tecnologias de compressão para o futuro.

 

Forum:  Cenários Mundiais: Tecnologia e Inovações. Moderador:  Olímpio Franco

Delivering Surround Sound to the Home
 Palestante: Jim Hilson - Dolby Laboratories
You put out a bunch of microphones to capture a live event or you record a bunch of elements to mix into your production. The client wants it delivered in surround sound. Now what do you do and how does it get there? This presentation will discuss the various ways that are used to handle surround sound audio from capture to transmission.

 

Blink, and the Technology has Evolved.
Palestrante: David Wood- EBU
Throughout the world there are institutions, corporations, and individuals developing new media technology. Like computer software, technologies evolves in cycles - ideas cycles, development cycles, and implementation cycles.
To some extent, theses cycles are out of step in the different Regions of the world. Systems developed in one region can be, a few short years later, improved upon by other Regions. How should we manage in this situation? There are, furthermore a growing range of media vehicles - SDTV, HDTV, (maybe soon UHDTV), Handhelds, and Wireless Broadband systems.
Making a choice at a given moment of time seems full of risks..yet it is something we must live with. David Wood will try to offer some suggestions on how to preserve our sanity.

 

Ginga-J: Updating Java for the Globalized, Open-Source, Digital TV Era
Palestrante: Robert Glidden - Sun Microsystems
In March 2008, Sun and Brazil's SBTVD Forum announced a memorandum of understanding to develop an open-source Java solution for Brazil's digital TV system. This milestone agreement will deliver a low-cost alternative for digital TV deployments to unconnected populations in emerging economies, and will have a major impact world wide as Brazil's Ginga-J joins the global family of Java-inspired interactive digital TV environments including MHP, OCAP, GEM, and Blu-ray.

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 Empresas expositoras na NAB 2008 e que atendem ao mercado brasileiro.

Listamos um conjunto destas empresas (associadas SET e patrocinadoras da sala Brasileira). Clique aqui.

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  Pavilhão Brasileiro
Pavilhão Brasileiro na NAB 2008 - Primeira edição

Empresas Expositoras
Ativa Soluções . Biquad . Forum SBTVD . Genius . Ideal Antenas
INATEL . Linear . Lumatek . RF Com . RF Tel
STB . Tecsys . Teletronix . TSDA
Projeto: SINDVEL/ Apex Brasil - Parceria: SET

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  Planejamento Estratégico e de Controle

Roberto Franco - Presidente
Liliana Nakonechnyj - Vice-Presidente
José Munhoz - Diretor  Executivo
Olímpio Franco - Diretor de Tecnologia
Fernando Pelégio - Diretor de Eventos
Cláudio Younis - Diretor de Marketing
Fernando Bittencourt - Diretor de TV Aberta

 

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Palestras para download (restrito a associados)
 
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