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CONGRESSO SET 2010
26 de Agosto de 2010 | Quinta-feira | 15 SessÕes
Atualização diária
09:00 - 11:00 Convergência Conteúdos Multiplataforma. Transmídia.
Idioma: português
Mod.: André Barbosa Filho - Casa Civil - Presidência da República
09:00 - 11:00 Concurso de Inovação Concurso de Inovação - Interatividade: Aplicativos
português
Mod.: David Britto - SET / TQTVD
09:00 as 11:00 Televisores na Era da Convergência Broadband TV. Canvas. HbbTV. Actorville.
Idioma: português - inglês
Mod.: Enio Jacomino - SET / Elipse Consultoria
09:00 as 11:00 TV Digital: Desafios da Interiorização Antenas. Gap Fillers. SFNs. O Regulamento de TV Digital. Parte 1.
Idioma: português - inglês
Mod.: Paulo Canno - SET / TV Gazeta de Vitoria-ES
09:00 as 11:00 Produção Iluminação.
Idioma: português
Mod.: Cicero Marques - SET / SBT
11:30 as 13:30 TV Digital: Desafios da Interiorização Antenas. Gap Fillers. SFNs. O Regulamento de TV Digital. Parte 2.
Idioma: português - inglês
Mod.: Paulo Canno - SET - TV Gazeta de Vitoria - ES
11:30 as 13:30 Televisores na Era da Convergência Os novos televisores conectados: Ameaça ou Oportunidade.
Idioma: português
Mod.: José Marcelo Amaral - SET / Rede Record
11:30 as 13:30 TV Digital: Interatividade Normas e Guia de Operação. Suite de testes.
Idioma: português
Mod.: Domingos Stavridis - SAMSUNG
11:30 as 13:30 Seminário Acadêmico Técnico Científico Apresentação de Trabalhos.
Idioma: português
Mod.: Fred Rehme - SET / RPC
11:30 as 13:30 Produção Novos Equipamentos de Captação de 35 mm para Produção de Televisão.
Idioma: português - inglês
Mod.: Nelson Faria Jr - SET / TV Globo
15:00 - 17:00 Convergência Plataformas de TV Paga e VOD
Idiomas: português - Inglês
Mod.: Antonio João Filho - SET / Embratel
15:00 as 17:00 horas TV Digital: Desafios da Interiorização Cases: Primeiras Retransmissoras Digitais.
Idioma: português
Mod.: Maria Eloisa Barrile - SET / SBT
15:00 as 17:00 horas TV Digital: Interatividade Aplicações Interativas para TV Digital
Idioma: português
Mod.: Carlos Fini - SET / TV Globo
15:00 as 17:00 horas Indústria de Consumo Dispositivos de recepção para TV Digital.
Idioma: português
Mod.: Renato Maroja - Univ. Mackenzie
15:00 as 17:00 horas Produção Pós Produção.
Idioma: português - Inglês
Mod.: Alexandre Tauhata - TV Cultura de SP
 
09:00 - 11:00
Convergência
Conteúdos Multiplataforma. Transmídia.
Idioma: português
Conteúdos multiplataforma . Decifra-me ou lhe devoro.
Mod.: André Barbosa Filho - Casa Civil - Presidência da República
As estratégias das empresas de conteúdo para os segmentos de tv digital interativa, mobilidade e redes sociais estão ganhando cada vez mais importância. Estas empresas começaram a adotar estratégias de conteúdo para múltiplas telas e apontam o mercado de interatividade em diversas plataformas, através de redes broadcast ou broadcom, seja por dispositivos móveis ou pelas janelas de mídias sociais têm um grande potencial de crescimento nos próximos três anos.
Entretanto, para obter sucesso e receitas com essas estratégias, as empresas precisam redefinir os propósitos de conteúdos multiplataforma e entender o cliente e sua forma de consumo É importante para as empresas obterem conhecimento sobre o assunto e trabalhar com as tendências para obter sucesso no fim do processo. Os consumidores atuais querem este conteúdos multiplatasforma e controlar onde e como consumi-lo.Os executivos de empresas de mídia citam que nos países emergentes o maior número de dispositivos interativos conectados ou não a Internet criará novas oportunidades de negócios para as empresas.
TV Digital, Games, celulares, Internet, qual será o caminho para o futuro da industria de conteúdos? Este será o tema de nossa mesa debates durante a SET 2010 que recebrá especialistas destas areas de produção de conteúdo para tentar explicar os novos passos deste segmento-fim.
Os desafios da produção de conteúdo multiplataforma para as empresas de mídia.
Palestrante: Rosa Magalhães - Novas Midias-CGJ / TV Globo RJ
Que competências os profissionais da área de conteúdo e de engenharia têm que desenvolver para entender esse consumidor conectado?
Mostros Quadrados do Espaço Sideral
Palestrante: Cristiano Max Pinheiro
Os jogos digitais se tornam ubiquos em nossa gama midiática. Esse fenômeno começa a aprofundar a aproximação entre áreas de desenvolvimento, produção e criação de conteúdos e dispositivos. Bem como, ampliar e difundir novos hábitos culturais, fazendo com que o lúdico-interativo se torne objeto de desejo por todas as mídias.
A gamificação da mídia e os novos modelos de distribuição e consumo de conteúdo digital apontam para um formação de uma nova dimensão de profissionais, não apenas conectados, mas lúdicos, que retratam a interação como diferencial para uma indústria gigantesca, a indústria que mais cresce nos últimos anos, a indústria limpa, a indústria CRIATIVA.
A indústria de conteúdos digitais e o uso de multiplataformas interativas
Palestrante: Cosette Castro - UCB
A indústria de conteúdos digitais interativos toma conta das ruas do país, das salas de aula, dos escritórios e também dos ambientes de entretenimento, particularmente entre os jovens, mas a passagem da cultura analógica para a cultura digital vai mais além da troca tecnológica e ocorre de forma desigual entre os diferentes grupos generacionais e sócio-econômicos da população. Isso exige das empresas um novo olhar sobre as mídias digitais, sobre o uso de múltiplas plataformas e sobre as possibilidades de convergência tecnológica. Exige também novos modelos de negócio, assim como a formação de equipes com novas habilidades, adequadas aos recursos interativos, cujas narrativas percorrem várias plataformas.
09:00 - 11:00
Concurso de Inovação
Concurso de Inovação - Interatividade: Aplicativos
português
Mod.: David Britto - SET / TQTVD
Nove aplicativos de interatividade pré-selecionados como finalistas serão apresentados por seus criadores a uma banca de especialistas , disputando prêmios em 3 categorias:
- Melhor conceito;
- Melhor produto;
- Mais inovador.
09:00 as 11:00
Televisores na Era da Convergência
Broadband TV. Canvas. HbbTV. Actorville.
Idioma: português - inglês
Mod.: Enio Jacomino - SET / Elipse Consultoria
A TV Conectada, novas mídias, novos serviços. Oportunidades e Ameaças. Um novo modelo de negócio.
Interatividade do ISDB-Tb
Palestrante: Aguinaldo Bonquimpani - TQTVD
Esta palestra focará a interatividade do ISDB-Tb e a conjunção com material da Internet.
Palestrante: Rob Glidden - TQTVD
Projeto Canvas
Palestrante: Antônio Vela - Cisco
09:00 as 11:00
TV Digital: Desafios da Interiorização
Antenas. Gap Fillers. SFNs. O Regulamento de TV Digital. Parte 1.
Idioma: português - inglês
Mod.: Paulo Canno - SET / TV Gazeta de Vitoria-ES
Após a digitalização das emissoras geradoras, o próximo passo é cobrir, adequadamente, as áreas de sombra e regiões não atingidas diretamente pelo transmissor principal. Daí a necessidade da utilização de recursos tais como Gap-Fillers e Redes SFN.
Nesses painéis, o assunto relativo à Gap-Fillers e redes SFN, será tratado em toda sua abrangência, por palestrantes nacionais e estrangeiros, que conhecem em profundidade os conceitos fundamentais das diversas partes que constituem esses sistemas, tais como, as antenas de transmissão e recepção , a arquitetura dos transmissores e suas criticidades, bem como as normas que regulamentam a instalação desses recursos, além dos depoimentos de quem já passou pelas experiências de instalação.
Gap filler e SFN (Conceitos e desafios de implementação)
Palestrante: Gerard Faria - TeamCast - EUA
Single Frequency Network: “The asset for spectrum efficient broadcasting”
Arquitetura dos retransmissores, principais características e parâmetros críticos
Palestrante: Fabrizio Reis - Screen Service
Os sistemas OFDM, graças ao intervalo de guarda, permitem um sistema de cobertura mais eficiente através de transmissores e repetidores não regenerativos operando na mesma freqüência. Essa característica permite a operação com equipamentos antes inimagináveis no sistema analógico. Por conta disso, novos conceitos e dificuldades são inseridas na operação de uma rede com tais potencialidades
Useful Equipments for Gapfillers(Repeaters) network
Palestrante: Akira Saito - Hitachi - Japão
For aiming the implementation of SFN networks or receiving clear and stable signal, some compensators such as multi-path equalizer,coupling loop interference canceller and diversity reception equipment etc. are useful.
The feature and effect of such compensators are discribed.
Topologias e soluções de redes MFN e SFN. Teoria de funcionamento de redes SFN.
Palestrante: Cristiano Barbieri - Harris
Topologia e teoria de operações de redes SFN e MFN em diferentes tipos de redes de transmissão com foco em soluções de redução de custos operacionais.
Desafios de decisões dos broadcasters na escolha da Robustez do sistema x Qualidade Subjetiva x Custos Operacionais de Transporte.
09:00 as 11:00
Produção
Iluminação.
Idioma: português
“A Arte da Iluminação gerando vidas as cenas”
Mod.: Cicero Marques - SET / SBT
O casamento da arte de iluminar com a arte da cenografia, harmonizado por profissionais que adotam o conhecimento da arte e utilizam os recursos da tecnologia, gera vida a cada cena de novela, programa e show.
A tecnologia gradualmente evolui oferecendo recursos que agilizam os projetos, geram economia e promovem mais integração entre as áreas de Engenharia, Operação, Cenografia e Artística.
Luz e Arte Pictórica
Palestrante: Valmir Perez - UNICAMP
A palestra - Luz e Arte Pictórica - abordará de maneira resumida os paralelos que podemos traçar entre a arte da pintura, seus instrumentos, suportes e conteúdos, com a arte da iluminação, ou seja, da arte que utiliza as propriedades da luz como forma de expressão.
Também serão abordados introdutoriamente os conceitos abstratos de arte e de pesquisa estética.
A Iluminação e a Cenografia
Palestrante: Joyme Nakayama - Diretor de Fotografia
Experiências vividas na iluminação e no equilibrio da fotografia junto à cenografia. Uso de softwares nos projetos e simuladores na iluminação. Ferramentas que nos auxiliam poupando tempo e recursos, cada vez mais preciosos nas produções.
IRC da Luz e a temperatura de cor. A reprodução de cores é medida através de uma escala internacional - IRC (índice de reprodução de cor)
HD & Iluminação: Experiências vividas com os novos formatos de captação.
LED, a Nova Tendência
Palestrante: Anderson Peres - Dimmer Light
A palestra tem como objetivo ajudar os profissionais na escolha dos equipamentos adequados ao seu projeto
Apresentaremos primeiros passos para usar os LEDs: como escolher o equipamento; usos dos LEDS na iluminação e na cenografia; quais são os cuidados a serem tomados para a implementação de sistemas a LED, em estúdios.. Mostraremos os tipos e modelos de LEDs e equipamentos que podem ser empregados na iluminação e cenografia.

Palestrante: Welson Camara - Comercial Equipamentos Cinematográficos e Iluminação
11:30 as 13:30
TV Digital: Desafios da Interiorização
Antenas. Gap Fillers. SFNs. O Regulamento de TV Digital. Parte 2.
Idioma: português - inglês
Mod.: Paulo Canno - SET - TV Gazeta de Vitoria - ES
Após a digitalização das emissoras geradoras, o próximo passo é cobrir, adequadamente, as áreas de sombra e regiões não atingidas diretamente pelo transmissor principal. Daí a necessidade da utilização de recursos tais como Gap-Fillers e Redes SFN.
Nesses painéis, o assunto relativo à Gap-Fillers e redes SFN, será tratado em toda sua abrangência, por palestrantes nacionais e estrangeiros, que conhecem em profundidade os conceitos fundamentais das diversas partes que constituem esses sistemas, tais como, as antenas de transmissão e recepção , a arquitetura dos transmissores e suas criticidades, bem como as normas que regulamentam a instalação desses recursos, além dos depoimentos de quem já passou pelas experiências de instalação.
Innovative Low Power Antenna Designs used for Gap Filling and Single Frequency Networks
Palestrante: John Schadler - Dielectric - EUA
Procedimentos de medições e técnicas de desenho avançado no desenvolvimento de antenas de baixa potência em polarização elíptica para sistemas transmissores e em Gap Fillers”
Antenas e principais características desejáveis para Gap-Filler e SFN.
Palestrante: Marcelo Zamot - Ideal Antenas
Técnicas de desacoplamento de antenas.
Desafio: Garantir que o retransmissor trabalhe com o máximo ganho possível. Como?
>Ponto Crítico: Realimentação no amplificador de RF
Problemas: Saturação do amplificador de baixo ruído. Necessidade de reduzir o nível transmitido.
>Solução: Desacoplar antena receptora da antena transmissora.
Técnica 1: Esconder ao máximo uma antena da outra.
Apresenta dificuldades mecânicas. Nem sempre é possível deixar as antenas distantes e é muito susceptível a reflexões
Técnica 2: Utilizar antenas com diferentes polarizações lineares (H ou V).
Como a retransmissão deve ser em polarização horizontal a recepção deve ser em polarização vertical. Assim, caso o sistema irradiante principal não seja circular, a recepção com antena vertical fica muito comprometida.
Técnica 3: Utilizar sistema com polarização circular no site principal e no Gap Filler.
Desta forma é possível utilizar diferentes polarizações (RX e TX) no Gap Filler sem a perda do sinal recebido. Utilizando na recepção do Gap Filler a mesma polarização do site principal o que nos proporciona a facilidade de retransmitir em polarização circular contrária à da recepção de forma a termos um grande aumento no desacoplamento entre as antenas permitindo maior nível no sinal transmitido.
Características da recepção do sinal ISDB-T em SFN. Itens a serem considerados em uma implantação SFN.
Palestrante: Junji Kumada, Mr. - NHK - Japão
Depende de uma série de fatores se os sinais ISDB-T podem ou não ser corretamente recebidos em ambiente SNF (Single Frequency Network). Esses fatores são a voltagem de recepção dos sinais do SFN desejado, o atraso dos sinais do SFN, características do receptor e assim por diante.
A apresentação mostra análises teóricas sobre esses fatores e fornece um modelo de cálculo de como estimar a área de cobertura do SFN. Também se refere a algumas questões que devem ser levadas em conta na instalação de estações SFN.
Área Coberta: SFN análise teórica. Método de estimativa de Cobertura. Ajuste de atraso para o SFN. Fading. Simulador de recepção SFN.
Problemas enfrentados após a ativação do SFN. Diagramas dos sistemas, e fotos dos testes em campo.
Palestrante: Gilberto Fernandes - SET / SBT
Falarei sobre nosso sistema de transmissão digital, composto por um transmissor principal e por uma retransmissora em SFN. Comentarei sobre os problemas enfrentados após a ativação do SFN.
Mostrarei os diagramas dos sistemas, e algumas fotos dos testes em campo. E monitorações através de analisador de espectro.
Instalação de Gap-Fillers e Redes SFN: Regulamentação
Palestrante: Tereza Mondino - SET - TM Consultoria
A apresentação vai mostrar os procedimentos e condições estabelecidos na Norma Técnica para Execução dos Serviços de Radiodifusão de Sons e Imagens e de Retransmissão de Televisão com Utilização da Tecnologia Digital para autorização de “gap fillers” e estações de SFN.
11:30 as 13:30
Televisores na Era da Convergência
Os novos televisores conectados: Ameaça ou Oportunidade.
Idioma: português
Mod.: José Marcelo Amaral - SET / Rede Record
A chegada da TV Digital, vem mudando a forma de assistir TV. Conteúdos em alta definição, podendo ser vistos em qualquer lugar e em movimento, estão se tornando um novo hábito. Além disso, a interatividade promete tornar o conteúdo muito mais atrativo, permitindo a participação na programação de TV.
Não obstante, surgem agora as TVs conectadas à internet, com a proposta de ocupar um espaço ainda não explorado pelas TVs, permitindo que conteúdos possam ser consumidos na mesma tela de TV e sob demanda.
Nesse cenário de convergência, em que o conteúdo é o protagonista, vamos discutir as propostas que ai estão, apresentando oportunidades e impactos que essa nova plataforma pode trazer para os produtores e consumidores de conteúdo.
Palestrante: Francisco de Assis Palma da Silva - LG Electronics
Palestrante: Luciano Bottura - SONY
Palestrante: Renata Abravanel - SBT
Palestrante: Raimundo Barros - TV Globo
11:30 as 13:30
TV Digital: Interatividade
Normas e Guia de Operação. Suite de testes.
Idioma: português
Overview
Mod.: Domingos Stavridis - SAMSUNG
A chegada de diferentes implementações de Middleware no Mercado demandará esforço conjunto em testes para abrir caminho para sua interoperabilidade. Veja a opinião de vários especialistas envolvidos no assunto.
Visão Prática de uma suite de testes para aspectos de interatividade em TV Digital
Palestrante: Marcio Moreira da Silva - TQTVD
Apresentação de experiência prática em projeto de elaboração de uma suite de testes para TV Digital nos seus aspectos de interatividade sob a ótica da indústria de software, juntamente com o seu respectivo processo de desenvolvimento, planejamento de laboratório de testes, aspectos de automatização e execução dos testes, destacando o desafio do suporte à contínua evolução das Normas do Sistema Brasileiro com a meta constante da interoperabilidade entre diferentes plataformas.
A importância de Streams de Referência na Interoperabilidade
Palestrante: Fabio Eduardo Angeli - Rede Record
O papel contributivo das emissoras na concepção de streams de referencia como insumo da fase de interoperabilidade dos trabalhos do grupo de Suíte de Testes do FORUM possui grande importância. É apresentada uma visão geral da composição destes streams diante da cobertura das normas de interatividade vigentes no SBTVD, bem como o ganho na interoperabilidade dos receptores interativos do mercado.
Validando uma suite de testes no Receptor. Quais são os principais desafios?
Palestrante: Aguinaldo Silva - SET / Envision / AOC
Palestrante: Ana Elisa - Rede Globo
11:30 as 13:30
Seminário Acadêmico Técnico Científico
Apresentação de Trabalhos.
Idioma: português
Mod.: Fred Rehme - SET / RPC
“Os engenheiros e pesquisadores irão apresentar trabalhos teóricos e investigações experimentais em diferentes áreas da televisão. Aproveite esta oportunidade para conhecer trabalhos acadêmicos que podem contribuir para o avanço da TV Digital, em seus aspectos operacionais e de aplicações. Aumente sua rede de contatos, conhecendo profissionais qualificados e dedicados em televisão. O Congresso da SET terá, nos dias 26 e 27 de agosto de 2010, das 11:30hs às 13:30hs, as duas seções do módulo Científico/Acadêmico No total serão 13 trabalhos, abordando os seguintes assuntos:uso de outras plataformas de banda larga e HbbTV; displays; propagação de tv digital: modelos, multipercurso, repetição passiva, gap fillers, SFN; integração de equipamentos multimídia; compressão de vídeo: capacidades, comparações; estereoscopia (3D); desempenho de receptores de tv digital; interatividade e suas aplicações adicionais.
Esta é uma grande oportunidade de assistir o que a comunidade brasileira oferece de resultados de seus trabalhos e pesquisas no último ano.”
Medições para avaliação de desempenho do bloco receptor/demodulador de unidades conversoras do Sistema Brasileiro de Televisão Digital.
Autores: João Alfredo Cal Braz, Pedro Gonzalez Castellanos, Rodolfo Saboia Lima de Souza
Este trabalho apresenta uma campanha de medições em laboratório que possuiu o objetivo de avaliar o desempenho das unidades receptoras-decodificadoras (URDs) do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) quanto às operações de recepção e demodulação do sinal recebido. Entre os testes realizados, pode-se destacar a avaliação do desempenho do URD para um sinal de TV com inserção de ruído gaussiano, ruído impulsivo, recepção em mobilidade e também a sua robustez em cenários onde existe interferência gerada por outro sinal digital. Estes testes visam complementar o estudo desenvolvido no relatório ITU-R BT.2035-1, com resultados específicos do sistema nipo-brasileiro, oferecendo uma visão comparativa do desempenho dos modelos oferecidos no mercado, além de confrontar com os resultados apresentados no ITU-R BT.2035-1.
Analise de fatores que influenciam o desempenho de receptores na transmissão do sinal de TV Digital
Autor: Paulo Guedes Esperante
O artigo tem como objetivo relacionar o sinal digital modulado no padrão ISDB-TB com os dados meteorológicos. As variáveis consideradas para a análise foram: velocidade do vento (m/s), direção do vento, temperatura (ºC), pressão (hPa) e intensidade luminosa (W/m²) para os dados meteorológicos e nível de sinal e C/N para os dados da recepção digital. Essas medidas foram feitas dentro do campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie com um sistema de coleta dos dados meteorológicos e a antena de recepção do sinal digital instaladas bem próximas uma da outra. Para a avaliação da qualidade do sinal foram selecionadas algumas emissoras de TV da cidade de São Paulo com o sinal digital em transmissão e foi feita a coleta dos dados no intervalo de uma semana para cada emissora de TV. A partir dos dados obtidos foram aplicadas técnicas de estatísticas como: teste de regressões simples e múltiplas e testes de igualdade para verificar quais fatores tiveram maiores influencia na recepção do sinal. Os resultados são apresentados em tabelas e gráficos mostrando a influência de cada variável meteorológica em relação a qualidade do sinal digital, de acordo com a faixa de freqüência e a posição da torre transmissora.
Framework para Integração entre Ambientes Inteligentes e o Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre
Autor: Reiner Franthesco Perozzo
Desde dezembro de 2007 o Brasil está implementando o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD). Além desse novo sistema proporcionar imagens em alta definição e permitir a mobilidade da TV, ele oferece a interatividade, através do middleware Ginga, o qual transforma os receptores de TV digital – set-top boxes (STBs) – em plataformas computacionais de interação entre os telespectadores e as aplicações que são executadas sobre o middleware. Esses STBs estão se tornando cada vez mais presentes nas residências, o que possibilita a sua integração com ambientes automatizados ou, Ambientes Inteligentes (AmI), como é conhecida a área em que existem diversos sistemas inteligentes responsáveis pelo gerenciamento dos dispositivos de automação presentes nas residências. Assim, este trabalho propõe um framework para integração entre AmI e o SBTVD, a fim de permitir que os serviços automatizados das residências possam ser gerenciados através de televisores e STBs com suporte ao middleware Ginga. Dentre as funcionalidades do framework proposto é possível destacar: (i) a construção de aplicações interativas para acesso aos serviços e dispositivos de automação existentes nos AmI; (ii) a criação de projetos para essas aplicações interativas independentes da plataforma de hardware, através de modelos orientados a objetos e; (iii) a geração automática de código, criando aplicações baseadas no perfil do hardware da plataforma alvo e no perfil da linguagem de programação (Java ou NCL) suportada pelo middleware.
Estação-Escola de Televisão Digital: desenvolvimento conteúdos interativos em ambiente distribuído
Autores: Kellyanne Alves, Tiago Dias, Daniel Ramos e Guido Lemos de Souza Filho
Atualmente, no Brasil o desenvolvimento de conteúdo interativo para TV Digital é ainda tímido. A produção interativa existente está concentrada nas iniciativas de empresas de mídias ou de laboratórios de universidades. E estes só são capazes de produzir programas interativos devido possuírem uma infra-estrutura de ambiente de TV e softwares para a implementação de aplicação. Além disso, também eles possuem um ambiente real para a realização de testes de usabilidade, navegabilidade, perfil do usuário, apresentação do conteúdo entre outros aspectos. Tendo em vista este cenário, foi criada a Estação-Escola de Televisão Digital (EETVD) que dispõe de uma infra-estrutura de transmissão e recepção de TV Digital. A idéia é utilizar esta infra-estrutura para viabilizar o desenvolvimento colaborativo de conteúdo interativo através de uma rede Norte-Nordeste de 12 produtores audiovisual parceiros. A EETVD é um projeto desenvolvido pelo Laboratório de Aplicação em Vídeo Digital em parceria com 12 projetos consorciados ligados aos Núcleos de Produção Digital – NPDs e produtores de conteúdo independentes. O projeto faz parte do Programa Laboratórios de Experimentação e Pesquisa em Tecnologias Audiovisuais (XPTA.LAB) do Ministério da Cultura. Para promover a produção de programas interativos pelos consorciados construiu-se uma ferramenta que permite estes parceiros testarem seus conteúdos audiovisuais interativos de forma remota em uma infra-estrutura de TV Digital Interativa disponível no Lavid-UFPB. O objetivo da EETVD é a formação e manutenção de uma rede distribuída e colaborativa de produção de programas para televisão digital interativa. O trabalho produtivo desta rede se organiza a partir do compartilhamento da infra-estrutura física e equipamentos disponíveis na Estação-Escola de Televisão Digital. Esta ferramenta é o VirtuaLabTV, uma espécie de laboratório virtual para testes a distância de conteúdos audiovisuais interativos. Essa ferramenta configura os equipamentos de transmissão e recepção. Ela consegue reproduzir as interações do usuário no ambiente real, além de mostrar ao usuário o conteúdo sendo executado no ambiente real de forma simples e remota. Também foi desempenhado um modelo de processo produtivo audiovisual que orienta a concepção do programa quanto ao formato do conteúdo; à linguagem e gênero do programa; à análise das propostas de roteiro; à viabilidade econômica e tecnológica de produção e à organização das etapas de produção: pré-produção, produção e pós-produção. Foram produzidos onze roteiros interativos onde se tem um panorama de deferentes gênero e formato de programa como: teledramaturgia, documentário e informativo, entre outros. Bem como, diversas possibilidades interativas direcionadas a educação, cultura, saúde, desenvolvimento sustentável, esporte, serviço público e bancário. Ao final do projeto serão onze programas interativos de 26 minutos desenvolvidos pelos produtores independentes com o apoio do Lavid/UFPB. A EETVD é uma experiência inovadora que consegui unir os produtores independentes e desenvolvedores para a construção de produtos interativos e, conseqüentemente, criação de novas competências no campo televisivo. A formação de uma rede de produtores independentes de conteúdos interativos para TV Digital é a maior contribuição proporcionada pela EETVD.
Técnicas que podem ser aplicadas ao software de codificação de video com o objetivo de aumentar a performance com o menor impacto possivel na qualidade do video resultante.
Autores: Luiz H. Duma, Keiko V. O. Fonseca, Alexandre de A. P. Pohl
Embora o poder de processamento dos dispositivos de computação e a capacidade de transmissão de redes de dados aumentem a cada dia, a demanda por aplicações de streaming de vídeo também aumenta. Tais aplicações, especialmente para vídeo de alta definição, requerem a compressão de video para reduzir a banda necessaria para a transmissao, exigindo para isso, muitos recursos computacionais.
A otimização do software de codificação permite uma melhor utilização dos recursos disponíveis, evitando atrasos desnecessarios na origem do stream, ajudando assim alcançar os requisitos de tempo real para esses sistemas.
Este trabalho apresenta tecnicas que podem ser aplicadas ao software de codificação de video com o objetivo de aumentar a performance com o menor impacto possivel na qualidade do video resultante. Ao final, são discutidas características dos codificadores que podem ser usados na comparação entre esses sistemas.
11:30 as 13:30
Produção
Novos Equipamentos de Captação de 35 mm para Produção de Televisão.
Idioma: português - inglês
Overview
Mod.: Nelson Faria Jr - SET / TV Globo
Novos Equipamentos de Captação de 35 mm para Produção de Televisão
Neste painel serão apresentadas as novas câmeras de 35 mm com variados níveis de custo e qualidade, para uso de emissoras de televisão ou produtoras independentes, trazendo um novo paradigma na qualidade da produção de televisão, com a linguagem cinematográfica.
Aaton Penélope, a câmara da transição: filme 35 mm e digital.
Palestrante: Hugo Kovensky - ABC - HagaDê - Aaton Brasil
Apresentação da Penélope, câmera que ofereçe simultaneamente as duas opções: filmagem em 35 mm e captação digital"
Novas Tecnologias Sony em Cameras e Camcorders 35mm
Palestrante: Alejandro Reyes - Sony Brasil - Sony BPLA
A Sony apresenta suas soluções para captação e geração de conteúdo em 35mm, as novas tecnologias e os novos sensores de imagens que irão revolucionar o mercado
DSLR HD- Câmeras Canon EOS D7 e EOS 5D Mark IIMostrar: as vantagens e desvantagens da captura de vídeo HD em câmeras DSLR. Explicitar as especificidades das DSLR na captura, edição e finalização de imagens em movimento.
Palestrante: Carlos Ebert - ABC
Vantagens: A relação custo/ benefício. Tamanho e aspecto. Sensibilidade. Foco seletivo. Softwares para set-up. Demanda de mercado.

Desvantagens e/ou Limitações: Ergonomia. Curso do foco nas objetivas. LCD sem proteção contra a incidência de luz. LCD fixo, sem articulação. Zoom manuais. Ausência de zebras e peaking. Falta de filtros ND acoplados. Ausência de variação de cadência (fps). Saída de vídeo ativa durante a gravação. Efeito bending (jello-cam). Binning. Áudio.

Estratégias para lidar com o codec das DSLR. Setando a DSLR. Evitando alguns problemas na captação
Estudo de Caso; SI2K utilzada em série de dramaturgia para a BBC Londres
Palestrante: Ralf Cabral Tambke – Plural Fimes
ARRI ALEXA and Digital Cinema
Palestrante: Jeffrey A. Reyes - ARRI - Eurobras
The presentation will cover the design and functionality of ARRI’s new digital cinema camera system, ALEXA, as well as the current state of digital cinema
15:00 - 17:00
Convergência
Plataformas de TV Paga e VOD
Idiomas: português - Inglês
Abertura
Mod.: Antonio João Filho - SET / Embratel
Set-top-box híbrido. Como oferecer TV aberta e DTV em ambiente DTH no Brasil
Palestrante: Cláudio Zylberman - Via Embratel
Como desenvolver e integrar set-top-box híbridos, que distribuem canais pagos pela rede DTH e canais abertos pela banda C analógica e pela transmissão digital terrestre ISDB-T
As expectativas dos usuários para “On Demand”
Palestrante: Enrico Vezzuto - Nagravision / OpenTV
Os impactos na implementação de sistemas: não há “tamanho único”
Satélite: NVOD, Push-VOD, Pull-VOD
Cabo/Banda Larga: full VOD, Pull VOD.
Impactos do VOD nas funcionalidades normais dos set-top-box
Conclusões.
IPTV: As novidades dos serviços e case de sucesso na China
Palestrante: Pengo Yang Peng - Huawei - China
IPTV já ganhou representative atenção mundial. Estima-se que os assinantes de IPTV no nível global chegarão a 82 milhões, no ano de 2013. Embora entre as regiões geográficas, o leste da Ásia tem mostrado maior desenvolvimento do que o resto da Ásia, Oriente Médio e África e agora na América Latina estão começando a explorar a oportunidade de IPTV.
Entretanto, o conceito de IPTV está sendo estendido a todos os serviços convergentes de rede, assim como a estrutura padrão aberta. IPTV começou a integrar os serviços de TV tradicional, com aqueles de elevado valor sobre internet, assim como a tratar o legado de redes DTH com IMS.
Os clientes preferem uma one-stop-shop: um pacote de serviços, incluindo serviços básicos, tais como IPTV, TV aberta e paga, HDTV, VOD, TSTV, nPVR, PIP e walled-garden, oferecendo serviços de alto valor agregado como jogos, a educação e votação online, compras pela televisão e assim por diante.
Além disso, os serviços de IPTV estão liderando uma tendência da propaganda avançada de TV. O anúncio endereçado é mais eficiente para fornecer conteúdo comercial para população alvo localizada em áreas de interesse pré-definidas. Anúncios personalizados e interativos (como por exemplo, os widget) estão trazendo novas experiências para o cliente.
Oferecer conteúdo abundante é a chave do sucesso de IPTV. A apresentação também vai explicar a estrutura aberta de IPTV com a teoria SDP, para fornecer conexão ágil do legado CP / SP, em curto espaço de tempo para o mercado.
Para reduzir o custo total de construção de redes IPTV, a apresentação também menciona sobre a rede convergente com DTH / DTV, bem como a futura extensão convergente com a rede IMS, para fornecer soluções imediatas para atender as exigências do mercado.
Os serviços de IPTV têm sido muito desenvolvidos na China nos últimos anos. Xangai é a típica província onde os assinantes de IPTV cresceram mais rapidamente, tendo os benefícios da rede convergente para prestação de serviços convergentes.
15:00 as 17:00 horas
TV Digital: Desafios da Interiorização
Cases: Primeiras Retransmissoras Digitais.
Idioma: português
Mod.: Maria Eloisa Barrile - SET / SBT
Com o termino da implantação da TV Digital nas capitais do Pais, iniciou-se a segunda fase, não menos importante, da implantação das estações retransmissoras digitais no interior do pais.
Para conhecermos esse trabalho, os palestrantes presentes falarão sobre as retransmissoras instaladas, as dificuldades. E também dos testes já realizados, visando, em alguns casos, usar a atual rede de repetição analógica para levar o sinal digital. Claro que para esse cenário, não há como deixar de mencionar o uso de SFN e também de MFN.
Também haverá a oportunidade de conhecer soluções apresentadas por fabricantes, sempre com o objetivo da melhor relação custo beneficio.
Inovações e aplicações para interiorização da TVD no Brasil.
Palestrante: Rodolfo Pedroso Vidal - TECSYS
Nesta sessão serão apresentadas tecnologias, inovações e aplicações reais de produtos desenvolvidos recentemente e que demonstram o grau de maturidade do padrão ISDB-T e suas variáveis de utilização. Temas como digitalização e transporte de sinais em rotas de microondas, compressão de BTS, uso de IRD’s com remux/modulador ISDB-T, embedded e outras aplicações serão abordadas de forma técnica e esclarecedora, visando demonstrar as opções tecnológicas para interiorização da TVD.
Case: Testes no Paraná
Palestrante: Sok Won Lee – SET / SBT
A palestra será sobre os testes realizados na rota, de 300km, entre Apucarana e Curitiba, com equipamentos Tecsys e Linear, fornecendo dados dos resultados obtidos en testes realizados nas rotas analógicas para transporte digital, com taxa total de aproximadamente 20Mbps.
Interiorização da TV digital via repetição do sinal terrestre
Palestrante: Ivan Simões Gaspar - Linear
A cobertura de TV digital no padrão ISDB-Tb já é uma presença marcante no país e está em vias de iniciar seu processo de interiorização. No modelo de transmissão analógico este acontecimento foi marcado por experiências pioneiras de reuso do sinal analógico irradiado em VHF/UHF e pela adoção de redes com uso de múltiplas freqüências (MFN). Mas há muito tempo a simples retransmissão do sinal analógico não é mais considerada uma solução definitiva, existem inúmeras limitações por robustez a interferências e degradações dado o dinâmico cenário de ocupação espectral. Esse modelo inicial foi naturalmente substituído pela distribuição de conteúdo utilizando enlaces terrestres e/ou via satélite, o que por sua vez passou a requerer mais ocupação espectral.
A TV digital tem hoje o desafio de se expandir num ambiente de escassa disponibilidade de espectro e o planejamento da migração dos sistemas analógico para o digital nestas condições muitas vezes só se torna viável considerando também o emprego redes de freqüência única (SFN). Grande parte do sistema digital já instalado está empregando sistemas de distribuição de contribuição via satélite e por vezes distribuição do sinal BTS via enlaces MO, e em muitos a cobertura de áreas de sombra e/ou expansão da rede ocorre em SFN (empregando GAP FILLERS ou transmissores sincronizados).
Para algumas emissoras que já possuem solução de distribuição de seu conteúdo SD via satélite (tipicamente 6Mbits/s) o interesse e desafio é agora encontrar formas de acomodar também uma versão comprimida do próprio BTS (que teoricamente pode requerer até 23Mbits/s). No entanto, é improvável que exista disponibilidade de segmento espacial o suficiente para atender a demanda de todas as emissoras do país a um custo compatível com seus modelos de negócio.
Nesta apresentação será discutida a viabilidade e as vantagens de se adotar uma arquitetura de repetição em MFN do sinal digital terrestre através de regeneração do BTS. Serão mostradas particularidades de robustez a interferências e degradações na regeneração do sinal BTS e a capacidade de extração de referência de base de tempo (10MHz) que possibilitariam a cobertura de todo um estado com a intercalação de pelo menos duas freqüências. A partir do BTS e da referência de tempo, arquiteturas de rede serão consideradas para cenários que podem contar com a possibilidade de reinserção de programação local ou mesmo situações onde seja necessário operar com micro regiões em SFN.
Complexidade e Problemas para implantação de Retransmissoras Digitais.
Palestrante: Paulo Henrique Azevedo Beghini - EPTV
Um breve relato do projeto para a implantação das primeiras retransmissoras digitais da rede EPTV:
Operação realizada num sistema híbrido em SFN. A complexidade do projeto. Os problemas enfrentados. As soluções encontradas. Cobertura alcançada.
Tema - Tecnologia de Polarização Variável (VPT)
Palestrante: Jay Martin - RFS
A adoção do padrão ISDB-T criou uma nova oportunidade, um novo mercado e novos desafios, Como o radiodifusor racionalizará seus investimentos em uma nova tecnologia passiva de RF? Que requisitos adicionais estão presentes quando consideramos atender um receptor móvel que não era um fator de projeto quando considerávamos apenas atender um recepto fixo? Agora que o padrão permite a TV móvel, os sistemas passivos de RF precisam ser adequados para esta necessidade e a mudança mais notável é a diversidade de polarização. Esta apresentação abordará como alcançar essa diversidade, particularmente em grandes arranjos de banda Larga, sem esquecer-se de projetar um sistema de custo racional e Future-Proof.
A tecnologia de Polarização Variável (VPT), desenvolvida pela RFS, permite o compartilhamento de um mesmo sistema irradiante, com linha, antena de transmissão e combinador por vários broadcasters; no entanto determinando suas próprias relações de polarização V e H. Isto é critico em um projeto compartilhado, pois nem todos radiodifusores estão no mesmo cronograma, seja tecnicamente ou financeiramente. A tecnologia de Polarização Variável que está presente nos arranjos PCP e PEP permite aos radiodifusores a flexibilidade de utilizar Polarização Horizontal, Circular ou Elíptica, tudo no mesmo arranjo. Esta plataforma também permite que os radiodifusores de forma individual possam mudar suas relações de polarização no futuro. A apresentação abordará em detalhes esta tecnologia e os benefícios para os radiodifusores.
Técnicas de Re-Multiplexação e Transmissão do Sistema ISDB-TB
Palestrante: Cristiano Akamine - Universidade Mackenzie
Esta apresentação descreve o princípio de funcionamento do re-multiplexador ISDB-TB e as principais técnicas de compressão e transmissão do Broadcasting Transport Stream (BTS) . Além disso, uma análise técnica sobre o uso de redes de freqüência única (Single Frequency Network - SFN), repetidores de sinal (Gap-Filler) e retransmissores é realizada considerando as principais vantagens e cuidados que devem ser levados em consideração.
15:00 as 17:00 horas
TV Digital: Interatividade
Aplicações Interativas para TV Digital
Idioma: português
Mod.: Carlos Fini - SET / TV Globo
Nesse painel nosso objetivo é mostrar o que está sendo feito por emissoras e empresas de software utilizando se do middleware do padrão brasileiro como ferramenta (DTVi) .
Com o aparecimento no mercado de receptores de TV e celulares com capacidade de interatividade , abre-se a oportunidade de explorar essas novas funcionalidades junto ao telespectador . Como tornar isso atrativo?
Palestrante: Claudia Elias - TQTVD
Palestrante: Salustiano Fagundes - HXD Interactive
Palestrante: Fabio Angeli - Rede Record
Palestrante:Leonardo Frias - Rede Globo
Palestrante : Luana Bravo - SBT
15:00 as 17:00 horas
Indústria de Consumo
Dispositivos de recepção para TV Digital.
Idioma: português
Mod.: Renato Maroja - Univ. Mackenzie
Esta Sessão abordará assuntos específicos relacionados a dispositivos de recepção fixa e móvel para a TV Digital. Fabricantes de produtos apresentarão as tecnologias utilizadas atualmente, suas características e suas aplicações, bem como as tendências futuras que estarão em breve no mercado brasileiro para Set Top Box, Personal Video Recorders, ISDB-T Media Box, TVs portáteis, ISDB-T Full Seg USB, ISDB-T Full Seg Diversity Box para veículos, ISDB-T Combo Box e Ginga Box.
Palestrante: Marcello Martins - Century
Palestrante: Marco Szili - Telesystems
Palestrante: André Barbosa Filho - Casa Civil - Presidência da República
Set Top Box - Realidade e Futuro
Palestrante: Ricardo Minari - Visiontec
15:00 as 17:00 horas
Produção
Pós Produção.
Idioma: português - Inglês
Mod.: Alexandre Tauhata - TV Cultura de SP
Palestrante: Erick Soares - SONY
Palestrante: Sergio Bourguignon - Vídeo Company
Palestrante: Mark Darlow - Harris – UK
Palestrante: Carlos Moura - Grass Valley

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