Iniciado em junho/ 2003, atualização periódica.
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Os displays deTV digital têm a proporção de 16x9, que é similar à das telas de cinema. São mais amplos, mais largos, confortáveis e proporcionais à vista humana do que televisores atuais, nos quais as telas têm a proporção de 4x3.
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É um método usado para converter 24fps
(quadros por segundo) de filme em 30fps (60 campos)
de 525 linhas de TV, de forma que um quadro de filme
ocupe três campos de TV, o próximo
dois, etc. Isto significa que dois campos de cada
quadro de TV são provenientes de diferentes
quadros de filmes, tornando operações
tais como rotoscoping (Técnica de Animação
com imagens de ação ao vivo) impossíveis,
e requerendo cuidados na edição. Alguns
equipamentos sofisticados podem desmanchar a seqüência
3:2 para permitir o tratamento quadro a quadro e
depois recompor o 3:2. A seqüência 3:2
repete a cada cinco quadros de TV e quatro de filme,
o último identificado como A, B, C e D. Somente
o quadro de filme A é completamente copiado
em um quadro de TV e assim só existe em um
time code, fazendo do A o ponto editável
da seqüência de vídeo. |
É um conjunto de freqüências de
amostragem na taxa 4:1:1, usado para digitalizar
as componentes de luminância e de diferença
de cor (Y, R-Y, B-Y) de um sinal de vídeo.
O número quatro representa 13,5 MHz, a freqüência
de amostragem de Y, e cada número um representa
3,75 MHz para R-Y e para B-Y.
Com a informação de cor amostrada
na metade da taxa do sistema 4:2:2, é geralmente
usado como uma forma mais econômica de amostragem
para formatos de imagem de 525 linhas. Tanto a luminância
quanto as diferenças de cor são amostradas
em cada linha. Mas os sinais diferença de
cor têm metade da resolução
horizontal do 4:2:2, enquanto a resolução
vertical da informação de cor é
mantida. Para imagens de 525 linhas, isto significa
que a resolução de cor é razoavelmente
igual nas direções vertical e horizontal.
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É um sistema de amostragem usado para digitalizar
as componentes de luminância e de diferença
de cor (Y, R-Y, B-Y) de um sinal de vídeo.
O número quatro representa amostragem de
freqüência de 13,5 MHz de Y, enquanto
o R-Y e o B-Y são amostrados em 6,75 MHz
– efetivamente entre linhas alternadas (uma
linha é amostrada em 4:0:0, só para
luminância e a próxima em 4:2:2). Isto
é geralmente usado como um sistema mais econômico
do que o 4:2:2 para formatos de 625 linhas, de modo
que os sinais de cor tem razoavelmente a mesma resolução
nas direções vertical e horizontal.
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É uma técnica usada normalmente para
um formato de vídeo digital componente. É
a taxa de amostragem de freqüências usadas
para digitalizar as componentes de luminância
e diferença de cor ( Y, R-Y, B-Y) de um sinal
de vídeo. É geralmente usada como
abreviatura para ITU_R 601. Nessa técnica,
para cada quatro amostras de Y, há duas de
R-Y e de B-Y, dando mais largura de banda de crominância
em relação a luminância, quando
comparada com a amostragem 4:1:1.
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É o mesmo que o 4:2:2, mas com a adição
de um canal de Key que é amostrado quatro
vezes para cada quatro amostras do canal de luminância.
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Similar ao 4:2:2, exceto que para cada quatro amostras
de luminância, os canais de cor também
são amostrados quatro vezes. |
Similar ao 4:2:2:4, exceto que para cada quatro
amostras de luminância, os canais de cor e
de Key também são amostrados quatro
vezes. |
48sF - 48 quadros segmentados - 48 segmented frames |
É o processo de trabalhar
com 24 quadros de imagens progressivas e decompô-las
para produzir 48 quadros entrelaçados, cada
um com metade do número de linhas de resolução
para permitir que alguns processadores de HDTV passem
com o sinal e para simples observação
em um monitor entrelaçado, mas sem flicker. |
4fsc - quatro vezes a freqüência da sub-portadora de cor(SC - subcarrier) |
A taxa de amostragem de um sinal de
vídeo digital D2 em relação
a freqüência da sub-portadora de um sinal
de vídeo analógico NTSC ou PAL. A
freqüência 4fsc é igual a 14,3
MHz no NTSC e 17,7 MHz no PAL. |
Um tipo de som surround. São usados seis
canais de áudio discretos: esquerdo, central
e direito à frente; atrás esquerdo
e direito; e um subwoofer (considerado “ 0.1”
porque a sua largura de banda é 10% dos outros
canais). |
É a modulação usada no sistema
americano ATSC. Utiliza apenas uma portadora para
que os bits sejam transmitidos para os receptores
dentro da área de cobertura do canal. São
8 níveis discretos de amplitude ou 3 bits/símbolo. |
Grupo criado em 1994 pela Associação
Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (ABERT)
e pela Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão
e Telecomunicações (SET) para estudar
os padrões de TV digital existentes, seu
desenvolvimento e sua implantação
com diversos países. Entre 1999 e 2000, realizou
milhares de horas de testes, em campo e em laboratório,
para avaliar o desempenho, as vantagens e as desvantagens
de cada sistema. Os resultados dos testes foram
entregues à Agência Nacional de Telecomunicações
(ANATEL) em maio de 2000 e serviram como importante
ferramenta para o relatório encomendado pela
agência ao CPqD. |
| Acesso Condicional - Conditional access |
Procedimento usado por emissoras para controlar
o acesso a seus produtos, através de uso
de cartões de acesso ou codificação.
Os sinais de Televisão Digital podem ser
embaralhados de modo que não possam ser entendidos
por um decoder convencional. Por conseguinte, o
usuário só poderá ver as imagens
originais quando elas forem desembaralhadas por
um sistema especial. A emissora pode controlar o
acesso a um canal ou serviço específico,
através da operação do sistema
de desembaralhar os sinais, com o uso de cartão
de acesso pré-pago ou com um código
transmitido. O acesso condicional pode ser usado
para controlar desde a assinatura pay-per-view até
programas com público alvo específico. |
| ADC (A-D, A/D, A-to-D) - Conversão de analógico para digital - Analog to Digital Conversion |
Conversão de analógico para digital.
Também denominada digitalização
ou quantização. É a conversão
de um sinal analógico na representação
digital de dados deste sinal – normalmente
para uso subseqüente em uma máquina
digital. Para TV, são feitas amostras de
áudio e vídeo e a precisão
do processo depende tanto da freqüência
de amostragem como da resolução da
informação da amplitude analógica
– quantos bits são usados para descrever
os níveis analógicos. Normalmente,
para imagens de TV são usados 8 ou 10-bits;
para som são comuns 16 ou 20-bits e estão
sendo introduzidos 24-bits. O padrão ITU-R
601 define a amostragem dos componentes de vídeo
baseado em 13,5 MHz e AES/EBU define amostragens
de 44,1 e 48 kHz para áudio. Para imagens,
as amostras são denominadas pixels, cada
um contendo dados de brilho e cor (brightness and color). |
Nome informal para o padrão de áudio
digital estabelecido pelas organizações
AES e EBU. A amostragem de freqüências
para este padrão varia dependendo do formato
que está sendo usado; a freqüência
de amostragem para trilhas de áudio nos formatos
D1 e D2 é de 48 kHz. |
| AIF - Arquivo intercambiável de áudio - Audio Interchange File |
Formato de arquivo de áudio, desenvolvido
pela Apple Computer para armazenar amostras de alta
qualidade de informações de som e
de instrumentos musicais. Os arquivos AIF estão
em um formato popular para transferências
entre Macintosh e PC. |
Uma formula ou conjunto de passos usados para simplificar,
modificar e predizer dados. Algoritmos complexos
são usados para seletivamente reduzir as
altas taxas de dados de áudio e de vídeo
digital. Estes algoritmos utilizam conhecimentos
fisiológicos da audição e visão.
Por exemplo, podemos resolver detalhes finos em
uma cena parada, mas a nossa visão não
pode resolver com o mesmo detalhe em uma cena em
movimento. Usando o conhecimento destas limitações,
os algoritmos são formulados seletivamente
para reduzir a taxa de dados sem afetar a experiência
de ver. |
Defeitos ou distorção em uma imagem
de televisão. No vídeo analógico,
aliasing é tipicamente causado pela interferência
entre duas freqüências tais como as freqüências
de luminância e de crominância, ou entre
essa e a de varredura do campo. Aparece como moiré
(um tipo de tecido parecido com seda e de alta refletância)
ou um padrão parecido com espinha de peixe
(linhas retas que começam a ondular ou difração
das cores formando arco-íris) No vídeo
digital, o aliasing é causado por amostragem
insuficiente ou filtragem pobre de vídeo
digital. Os defeitos são tipicamente vistos
como bordas irregulares em linhas diagonais e tremulando
ou brilhando (batimento) no detalhe da imagem. |
A atenuação e remoção
de efeitos aliasing por filtragem e outras técnicas.
A maioria, mas não todos, dos DVEs e Geradores
de Caracteres contem circuitos anti-aliasing. |
| Armanezador de bits - Bit bucket |
qualquer dispositivo capaz de armazenar dados digitais:
vídeo, áudio ou outros tipos de dados. |
Elementos indesejáveis ou defeitos em uma
imagem de vídeo. Eles podem ocorrer naturalmente
no processamento de vídeo e tem de ser eliminados
de modo a alcançar uma imagem de alta qualidade.
Os mais comuns em analógico são cross
de cor e cross de luminância. Em digital,
os mais comuns são os macroblocos, que fazem
a imagem parecer um conjunto aleatório de
pixels. |
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Padrão de Codificação Americano
para Intercâmbio de Informações.
Um padrão para transmissão de dados,
consistindo de 128 letras, números, símbolos
e códigos especiais, cada um deles é
representado por um único número binário. |
| ASIC - Circuito Integrado para Aplicação Específica - Application specific integrated circuit |
Circuito Integrado para Aplicação
Específica. Um circuito integrado projetado
para uma razão especial mais do que para
aplicações gerais. Pode-se falar Chip
Dedicado. |
| Assíncrono - Asynchronous |
Sem sincronismo. No vídeo, um sinal é
assíncrono quando seu timing difere da referência
local. Um sinal de vídeo externo é
assíncrono antes de ser referenciado pelo
Frame Syncronizer Local (o relógio do sistema
). |
ATM - Modo de transferência assíncrono - Asynchronous Transfer Mode |
Um esquema de transmissão de dados usando
pacotes auto-roteáveis de 53 bytes, 48 dos
quais são dados de informação.
25, 155 e 622 Mbps são velocidades típicas,
sendo que a maior pode ser usada para transportar
vídeo ITU-R 601, não comprimido como
arquivo de dados. |
| ATSC - Advanced Television System Committee |
Padrão
americano de TV digital. Foi o primeiro sistema
a ser desenvolvido e tem como principal aplicação
a TV de alta-definição (HDTV). É
o único padrão a usar a modulação
8-VSB. |
| ATV: Televisão
Avançada - Advanced television |
A Televisão Digital, incluindo padrão,
versões melhoradas e de alta definição. |
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Capacidade de alguns equipamentos de vídeo
para ajustar automaticamente o timing do vídeo
de entrada com a referência local. Elimina
ajustes manuais. |
| AVO: Audiovisual - Audiovisual object |
Em MPEG-4, os objetos audiovisuais (também
objetos AV) são as mídias individuais,
objetos de uma cena – tais como objetos de
vídeo, imagens e objetos 3D. Os AVs tem uma
dimensão de tempo. Tem também um sistema
de coordenadas local para manipulação,
de modo que os AVs são posicionados em uma
cena, pela transformação do sistema
de coordenada do local do objeto em um único
sistema global de coordenadas da cena. |
| AVI: entrelaçamento
de áudio e vídeo - Audio video interleaving |
O formato de arquivo do vídeo para windows,
da Microsoft, para combinar vídeo e áudio
em um único bloco em um tempo igual a 1/30
do quadro de vídeo. Neste formato de arquivo,
blocos de dados de áudio são intercalados
nos streams dos quadros de vídeo. ASF pretende
substituir o AVI. |
nome que designa uma delimitada faixa de freqüências
no espectro eletromagnético. As autoridades
que regulamentam as Telecomunicações
reservam uma banda para cada tipo de serviços,
de modo a evitar interferências entre os sinais. |
Área de freqüência original de
um sinal, antes de sua conversão em outra
banda mais alta e eficiente. 2)Técnica de
processamento de sinal, na qual o sinal é
transmitido em seu formato original e não
muda pela modulação. As Redes Locais
(LAN), como um todo, são classificadas em
duas categorias: banda base e banda larga. As redes
de banda base são mais simples e baratas,
a largura de banda total de uma LAN a cabo é
usada para transmitir um único sinal digital.
Na rede de banda larga, a capacidade do cabo é
dividida em vários canais, os quais podem
transmitir simultaneamente muitos sinais. As redes
de banda larga podem transmitir uma mistura de sinais
analógicos e digitais, como, por exemplo,
nas redes híbridas (fibra/cabo coaxial) para
televisão interativa. |
| BCD - decimal codificado
em binário - Binary coded decimal |
É um sistema de codificação
no qual cada algarismo decimal (0 a 9) é
representado por quatro dígitos binários
(0 ou 1). |
| BFTP - Protocolo de
transferência de arquivos de Broadcast - Broadcast File
Transfer Protocol |
É um protocolo de Internet, multicast (de
um para muitos) unidirecional, baseado em protocolo
de transferência de recursos. O BFTP é
um protocolo de transferência de recursos,
simples e robusto que é projetado para entregar
dados eficientemente em um ambiente unidirecional
de transmissão. Este protocolo de transferência
é apropriado para IP multicast sobre o intervalo
de apagamento vertical da TV (IP sobre VBI), em
IP multicast transportado em MPEG-2, como no encapsulamento
para múlti-protocolo DVB, ou em outro sistema
de transporte unidirecional. Entrega serviços
com taxa de bits constante ou serviços de
ocasião, dependendo das características
e atributos do mutiplexador de transporte do stream
ou do dispositivo de inserção no VBI. |
| Bit deslizante - Bit slippage |
1. Ocorre quando uma palavra do quadro é
perdida em um sinal serial, de modo que o valor
relativo de um bit é incorreto. Geralmente,
isto é zerado no próximo sinal serial
(TRS-ID para composto e EAV/SAV para componente).
2. É o erro de leitura de uma transmissão
serial de bits, quando a fase do pulso de recuperação
desvia o suficiente para perder um bit.3. Um fenômeno
que ocorre nos barramentos (aonde os dados chegam)
para dados digitais paralelos, quando um ou mais
bits se atrasam em relação ao restante.
Apresentando como resultado dados errados. A causa
mais comum é o uso de cabos de comprimentos
diferentes. |
| Bit em paralelo - Bit parallel |
Transmissão de vídeo digital, de um
byte por vez, por um cabo condutor múltiplo,
onde cada par de fios transporta um único
bit. Este padrão é apresentado nas
normas SMPTE 125M, EBU 3267-E e ITU-R BT.656 (CCIR
656). |
| Bit em série - Bit serial |
Transmissão de vídeo digital, de um
bit por vez, por um único condutor, por exemplo,
um cabo coaxial. Também pode ser enviado
através de fibra óptica. Este padrão
é apresentado nas normas ITU-R BT.656 (CCIR
656) . |
Formato de imagem em mapa de bits (sem compressão).
È um arranjo de pixels, em 2-D, representando
vídeo e gráficos. É muito usado
para troca de arquivos na Internet . |
| BPSK – comutação
bi-fase - Biphase shift keying |
É uma técnica de modulação
digital em freqüência, usada para enviar
dados através de uma rede de cabos coaxiais.
Este tipo de modulação é menos
eficiente - mas também menos suscetível
a ruído – do que as técnicas
de modulação similares, tais como
QPSK e 64QAM . |
1. Apresenta uma resposta plana para uma larga faixa
de freqüências. 2. A capacidade de operar
freqüências maiores do que as usadas
para comunicações de voz (mais altas
do que 4 kHz). |
1. Circuito ou componente que isola um circuito
elétrico do outro. 2. Dispositivo digital
de armazenamento usado para compensar a diferença
entre a taxa e fluxo de informação
ou o tempo de ocorrência de eventos, quando
se transmite a informação de um dispositivo
para outro. De modo simplificado, pode-se dizer
que é uma memória onde é possível
ler e escrever com velocidades diferentes.3. Em
telecomunicações, um material protetor
usado no cabeamento de fibras ópticas para
cobrir e proteger a fibra. Esse material não
tem função óptica.4) Em informática,
área da memória alocada para cada
dispositivo de entrada/ saída para armazenamento
temporário de dados. |
Um número codificado enviado para ativar
um dispositivo, em particular, num barramento de
comunicação compartilhado . |
É o canal ou caminho comum entre vários
dispositivos. Um barramento delineia o caminho principal
para o sinal onde diversas entradas podem ser conectadas
para alimentar uma ou mais saídas. Um barramento
é sempre projetado para anexar múltiplos
dispositivos, ao contrário das portas seriais
que conectam apenas um dispositivo de cada vez. |
| Canal alfa - Alpha channel |
Um valor relativamente transparente. Os valores
alfa facilitam a disposição da mídia
objeto no topo de cada camada. Em uma estrutura
de amostragem digital com quatro sinais (4:2:2:4)
o canal alfa é representado pelo último
algarismo. |
| Canal de retorno - Back channel |
Um meio para os usuários se comunicarem de
volta com os provedores de conteúdo. Ao mesmo
tempo em que os provedores de conteúdo estão
transmitindo televisão interativa (analógica
ou digital) para os usuários, esses podem
se conectar, através do canal de retorno,
a um site da Web – por exemplo, com o provedor
de conteúdo ou o anunciante. O canal de retorno
pode ser usado para fornecer realimentação,
comprar produtos e serviços, requisitar mais
informações, e outras mais. Um tipo
comum de canal de retorno é uma conexão
de Internet usando um modem. |
| Capacidade de bits - Bit budget |
É a quantidade total de bits disponíveis
na mídia que está sendo usada. Em
DVD, a capacidade total de um único lado/
única camada do disco DVD5 é atualmente
4,7 GB. |
| CBR - Taxa constante
de bits - Constant bit rate |
Refere-se a entrega de multimídia onde há
largura de banda dedicada e os dados, podem ser
enviados com a garantia de taxa constante de bits.
Os MPEG-1e 2 foram projetados para entrega com CBR.
A taxa constante de bits não pode ser assegurada
na Internet e na maioria das Intranets. Os protocolos
tais como RSVP estão sendo desenvolvidos
e disponibilizados para garantir as larguras de
bandas necessárias. |
| CCD - Dispositivo acoplado
por carga - Charge coupled
device |
Dispositivo que armazena amostras de sinais analógicos.
É usado em câmeras e telecines como
um mecanismo óptico de varredura. As vantagens
do uso do CCD são a alta sensibilidade em
iluminação reduzida e a ausência
de “queima” e retardo do fósforo,
que ocorre nos tubos de raios catódicos. |
| CCI – Interferência
por co-canal - Charge coupled
device |
É a interferência de um sinal no mesmo
canal. |
Valor usado para assegurar que os dados sejam transmitidos
sem erros.Uma simples verificação
dos valores em um bloco de dados, calculada pela
adição de todos os bytes do bloco.
É facilmente enganada por erros típicos
em transmissão de dados; portanto para a
maioria das aplicações, um sistema
mais sofisticado, como o CRC, é escolhido. |
É o processo de sobrepor um sinal de vídeo
sobre outro; as áreas de sobreposição
são definidas por uma gama de cor específica
ou de crominância, sobre o sinal de primeiro
plano (foreground). Para isto funcionar com confiabilidade,
a crominância deve ter suficiente resolução
ou largura de banda. Os sistemas de codificação
PAL ou NTSC restringem a largura de banda de croma
e, portanto são de uso muito limitado para
fazer chromakey, o que, por muitos anos, ficou restrito
a programas ao vivo usando câmeras com saída
RGB. Um objetivo do padrão de amostragem
digital ITU-R 601 foi possibilitar cromakey de alta
qualidade em pós-produção.
O sistema de amostragem 4:2:2 permitiu maior largura
de banda para croma do que o PAL e o NTSC. Isso
facilita o chromakey, e todo o trabalho de criar
as camadas, melhorando a pós-produção.
A alta qualidade do sinal ainda é importante
e qualquer coisa, mesmo uma compressão muito
suave, tende a resultar no aparecimento de erros
de comutação – especialmente
nos contornos dos blocos da DCT. As técnicas
de chromakey continuarão a ser aperfeiçoadas
e a utilizar muitos refinamentos, até o ponto
onde qualquer composição totalmente
convincente, possa ser facilmente criada. Não
é mais possível distinguir o primeiro
plano (Foreground) do Plano de fundo (Background).
A cor mais adequada ao chromakey é o Azul,
porque se no primeiro plano estiver uma pessoa (um
locutor, por exemplo), a imagem final ficará
mais agradável, pois o Azul e a cor da pele
(caucasiana) são complementares. |
| CIF – Formato de
Imagem Comum - Common Image Format |
É o formato usado para trocar conteúdo
por todo o mundo. 1. Para computadores, o tamanho
é 352 x 240 pixels. 2. Para alta definição
digital, ratificado pela International Telecommunications
Union (ITU), em junho de 1999, a estrutura de amostragem
digital 1920 x 1080 é um formato mundial.
Todos os parâmetros técnicos de suporte
relacionados à varredura, colorimetria, características
de transferência, etc., são universais.
O CIF pode ser usado com uma variedade de taxas
de captura de imagens: 60p, 50p, 30p, 25p, 24p,
assim como 60i e 50i. O padrão é identificado
como ITU-R BT 709-3. |
Um termo da edição não linear
para localização de clips (ou cenas)
individuais de áudio/ vídeo. |
1. Na comutação, é o ponto
de disparo (trigger) ou a faixa do sinal de chave,
onde a troca ou inserção acontecerá.
2. O controle que ajusta uma operação.
A fim de produzir um sinal de comutação
a partir do sinal de vídeo, um nível
de disparo é fixado, no painel de controle
de comutação, estabelecendo um nível
de limiar com o qual o sinal de vídeo é
comparado. 3. Na manipulação de imagens
digitais, é um menu de seleção
que limpa porções de uma imagem manipulada,
saindo de um lado da tela, se encobre para entrar
do outro lado.4. Na edição em desktop
é um ponteiro que marca a parte do vídeo
ou do áudio digitalizado, que servirá
como material fonte para edição. |
| Clock – Relógio
ou base de tempo |
1) dispositivo de sincronismo interno. Os clocks
são usados para sincronização
de eventos, tais como acessos à memória,
execução de instruções
e no sincronismo da transmissão de dados.
2) Em um computador, a CPU usa um cristal de quartzo
para gerar um sinal elétrico de freqüência
uniforme, a partir do qual os pulsos digitais são
criados e usados. 3) A velocidade do clock é
medida em hertz, Hz. |
|
São indesejáveis desvios na fase dos
pulsos do clock. |
| Codec: Codificador -
decodificador - Coder-decoder |
Um dispositivo que converte sinais analógicos
de áudio e de vídeo em formato digital
para transmissão em instalações
de telecomunicações e também
recupera o formato original na saída. |
| Codificação
de canal - Channel coding |
É um conjunto de técnicas de codificação
e correção de erros, para proteger
a integridade dos dados que estão sendo transportados
através de um canal. Tipicamente usada em
canais com altas taxas de erros de bits, tais como
transmissão terrestre, transmissão
via satélite e gravação em
Vídeo Tape. |
|
1) Processo de organizar as informações
em um formato adequado para a transmissão
e recepção. 2)É a representação
numérica de cada nível de sinal de
vídeo, usualmente na forma binária. |
| COFDM - Codificação por Multiplexação de Freqüências Ortogonais - Coded Orthogonal Frequency Division Multiplexing |
É o
tipo de modulação usado pelos sistemas
europeu – DVB, e Japonês – ISDB.
A modulação COFDM usa milhares de
portadoras para que os bits sejam transmitidos para
os receptores dentro da área de cobertura
do canal. |
| Comissão Federal
de Comunicações/EUA (FCC) |
Agência governamental, independente, Americana,
diretamente responsável por congregar e comandar
a regulamentação interestadual e internacional
das comunicações via rádio,
televisão, telefonia, satélite e cabo,
nos EUA. A jurisdição do FCC cobre
50 estados, o Distrito de Columbia e as possessões
do EUA. |
O processo de colocar um arquivo grande em um espaço
que é muitas vezes menor. No caso de vídeo,
um método usado para TV Digital é
o MPEG-2. Pode ocupar quatro canais inteiros de
programação e dados e os comprimir
em espaço igual ao ocupado atualmente por
um único canal analógico. Um algoritmo
adotado para compressão de áudio para
TV Digital é AC-3 (No sistema ATSC). |
É a transmissão de informações
e outros serviços usando o canal da televisão
digital. Os broadcasters podem usar seus canais
de TV Digital para oferecer serviços ou dados
adicionais. Por exemplo, um programa de turismo
pode ser transmitido junto com dados onde há
informações sobre reservas de hotéis,
passeios e transporte. Os telespectadores poderão
acessa-las enquanto assistem ao programa. Os professores
poderão acessar planos de aulas e materiais
de ensino enquanto assistem TV. Esta informação
pode aparecer como um menu de escolhas na TV ou
na tela do computador, e o telespectador pode ler
na tela ou imprimir para referência futura.
Um dos maiores benefícios do sistema de transmissão
digital é a capacidade de não somente
mandar imagens e sons, mas também enviar
dados. Dados relacionados com os programas engrandecerão
o show de televisão que você assiste
atualmente. Por exemplo, um programa de Ciências
poderá incluir quebra-cabeças sobre
ciências para professores, gráficos
de tabelas periódicas, um jogo sobre a estrutura
da molécula, clips de áudio com as
vozes de vários animais ou qualquer outra
coisa que se possa imaginar que possa ser transmitido
digitalmente. |
| Display de tela plana - Flat Screen Display |
Telas planas dos receptores de TV, com pequena profundidade
parecendo quadros de molduras. Estão substituindo
os atuais CRTs que por terem canhão eletrônico,
apresentam uma grande profundidade e peso além
de não terem a área da imagem completamente
plana.
Os displays de tela plana usam tecnologia de plasma
ou OLEDs e são mais facilmente manuseados
que os CRTs. |
É a tela de TV. Ao contrário da TV
analógica, o display pode ser usado independente
do sistema, basta apenas que ele seja acoplado ao
receptor do padrão local de transmissão
digital. Conceito parecido com o de monitor, utilizado
em computadores. |
| DVB - Digital Vídeo Broadcasting - Padrão europeu de TV digital |
Foi desenvolvido depois do
americano ATSC, com o intuito de ampliar a competitividade
da TV aberta com a TV por assinatura, como DTH (televisão
via satélite) e TV a cabo. Sua principal
aplicação é a transmissão
de múltiplos programas em um só canal.
Utiliza a modulação COFDM, também
usada no sistema ISDB. |
| Edição
Não Linear - Nonlinear editing |
A Edição não linear se distingue
por não ter os métodos “lineares”
que usam fita. O termo não linear significa
não ter de editar o material na seqüência
final do programa e não requer a copiagem
para fazer a edição. Isto permite
que qualquer parte da edição seja
acessada e modificada sem se ter de reeditar ou
copiar de novo o material que já estiver
editado e seguir deste ponto. A edição
não linear também não é
destrutiva, pois se utiliza hard-disk de computador
em vez de vídeo tape. E conhecida como “Tapeless”. |
| Edição
Off-line - Off-line Editing |
Um processo de tomada de decisão que, freqüentemente,
usa equipamento de baixo custo para produzir um
rascunho da “lista de decisão de edição”,
que então pode ser utilizada para fazer a
versão de alta qualidade do programa. É
termo usado na edição linear.
|
Relacionados à manipulação
da imagem digital, o eixo X é uma linha horizontal
que corta o centro da cena, o eixo Y é uma
linha vertical, e o eixo Z está na terceira
dimensão, perpendicular aos eixos X e Y,
e indica a profundidade e a distância. |
| HDTV ou TV de alta definição |
A TV digital permite a transmissão de imagens
com resolução até seis vezes
maior que as das TVs atuais, além de som
surround com qualidade de CD. A HDTV tem 1080 linhas
de resolução, contra as 480 dos aparelhos
atuais. |
| ISDB - Transmissão Digital de Serviços Integrados |
É o padrão japonês de
TV digital. Dos três sistemas existentes,
foi o último a ser desenvolvido e integra
nas suas aplicações a TV de alta definição
(HDTV), múltiplas programações,
TV móvel e portátil e datacasting.
Já foi desenvolvido visando a convergência
com outros aparelhos como celulares 3G e computadores
de mão, que, para tanto, deverão ser
equipados com o chip receptor. Utiliza a modulação
COFDM, também usada no sistema DVB. |
É o padrão para equipamento digital
de estúdio e normalmente os termos “4:2:2”
e ”601” são usados como sinônimos
(apesar de não ser correto tecnicamente).
A amostragem de freqüência para Y é
13,5 MHz e para R-Y e para B-Y é 6,75MHz
, fornecendo a largura de banda máxima de
3,37 MHz para crominância, o que é
suficiente para fazer cromakey de alta qualidade.
O formato especifica oito bits de resolução.
Os detalhes completos do padrão estão
no ITU-R BT. 601-2. |
| Largura de banda - Bandwidth |
A capacidade de transmissão. Refere-se à
largura de um canal através do qual os dados
podem ser transmitidos.Canais para TV aberta , sejam
analógicos ou digitais, têm 6Mhz de
largura de banda. É a soma de espectro disponível
para cada licença de telecomunicações.
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É o processo onde certas características
de uma onda eletromagnética (também
chamada de portadora) variam de acordo com uma mensagem
que se deseja transmitir. Ou seja, o termo técnico
que descreve a maneira que a informação
é “empacotada para viagem”. Quando
se faz uma transmissão, o sinal pode sofrer
uma série de interferências e degradações.
A modulação é responsável
pela “proteção” do sinal
transmitido, visando fazer com que ele chegue ao
seu destino de modo que a informação
originalmente transmitida possa ser reconstituída
da maneira mais fiel possível. |
| Multicasting ou Múltipla
programação |
É a possibilidade de transmitir mais de um
programa, ao mesmo tempo em um mesmo canal. Permite
ao telespectador escolher entre vários programas
ou ângulos de câmera o que quer assistir.
Com o multicasting, uma dona-de-casa vai poder escolher
entre ver um programa de receitas pela manhã,
ou deixar seus filhos assistirem a outra programação,
que estará sendo transmitida ao mesmo tempo
e no mesmo canal. Com duas ou mais tevês em
casa, cada um assiste ao seu programa favorito.
Em outra aplicação de multicasting,
o espectador de uma partida de futebol vai poder
escolher de que ângulo quer ver o jogo, pois
o sinal de várias câmeras será
transmitido no mesmo canal, e o telespectador poderá
escolher qual câmera ele que acompanhar. |
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A abreviatura é usada para se referir ao padrão americano de TV em cores vigente nos EUA e em outros países. Comitê Nacional de Sistemas de Televisão (National Television Systems Committee), grupo que estabeleceu os padrões da Televisão analógica por volta dos anos 50.
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| PAL - Phase Alternation Line |
O formato de sinal de vídeo
usado na Europa e em parte da Ásia. Os sinais
PAL fornecem 25 quadros por segundo, e portanto
são incompatíveis com o NTSC, o formato
de sinal de vídeo americano. |
| Pixel - elemento de imagem – picture element |
É o menor elemento
em uma imagem de TV. O número total de pixels
limita o detalhe que pode ser visto na televisão.
Um televisor típico tem menos de meio milhão
de pixels. A quantidade de pixels para HDTV é
cerca de dois milhões. |
| Relação
de Aspecto - Aspect Ratio |
A relação entre largura e altura da
tela. Para HDTV, a relação de aspecto
é 16:9 (16 unidades de largura por 9 unidades
de altura), mais semelhante a tela de cinema. Hoje
a tela da televisão analógica é
4:3, ou quase quadrada. Existem outras relações. |
Uma indicação do menor detalhe que
pode ser visto, ou resolvido, na reprodução
da imagem. Embora seja influenciada pelo número
de pixels em uma imagem (para HDTV aproximadamente
2.000 x 1.000; para transmissão vigente padrão
NTSC, 720 x487), observe que o número de
pixels não define a resolução
final, mas simplesmente a resolução
naquela parte do equipamento. A qualidade das lentes,
tubos do display, processo de filmagem e scanners
de filme, etc., usados para produzir a imagem na
tela, todos devem ser levados em consideração.
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| SECAM Cores seqüenciais na memória - SEquentiel Couleur A Mémoire |
O formato de sinal de vídeo Francês
e da antiga Rússia. O SECAM é incompatível
com os formatos PAL e NTSC. Na realidade o sistema
russo era um pouco diferente do SECAM e ficou conhecido
como SECAM IV. |
| Servidor de vídeo - Video Server |
Um sistema de armazenamento de vídeo e de
áudio para uma rede de clientes. Enquanto
há alguns sistemas analógicos baseados
em disco óptico, a maioria utilizada em aplicações
profissionais e de broadcast é baseada em
armazenagem digital em disco. Alem do uso para vídeo
sob demanda (VOD – video on demand), os servidores
de vídeo são aplicados em três
áreas de operação de TV: transmissão,
pós-produção e jornalismo.
Comparados com os servidores de uso geral para arquivo,
os servidores de vídeo necessitam manusear
muito mais dados e arquivos maiores que tem de ser
continuamente enviados. A capacidade de armazenamento
é muito maior, tipicamente acima de 500 gigabytes
ou mais. A operação depende inteiramente
dos dispositivos conectados, ilhas de edição,
sistemas de automação, servidores
secundários, etc. Para ser eficiente precisa
ter operação remota e estar ligado
em rede. |
| Servidor para arquivo - File Server |
Um sistema de armazenamento que fornece arquivos
de dados para todos os usuários conectados
a uma rede local. Tipicamente o servidor para arquivo
é um computador com um disco de armazenamento
muito grande, capaz de gravar e enviar arquivos
conforme são requisitados pelos outros computadores
conectados (clientes). O servidor do arquivo freqüentemente
é identificado como outro disco no sistema
do cliente. Os arquivos de dados tipicamente são
do tamanho de alguns kilobytes e devem ser enviados
rapidamente assim que forem solicitados. |
| Set-Top Box ou Caixa
Conversora |
É um pequeno aparelho colocado sobre o televisor
(tamanho parecido com um VCR comum), semelhante
aos usados na TV a cabo ou via satélite.
Ele permite ao telespectador usufruir quase todas
as vantagens da TV digital em seu aparelho atual,
como imagem perfeita, sem fantasmas e ruídos,
múltiplos programas e datacasting. Para assistir
a TV de alta definição, o telespectador
terá que comprar um novo aparelho. Caso ele
já tenha a caixinha conversora, poderá
comprar somente o monitor de HDTV. Caso contrário,
poderá comprar o receptor integrado. |
È a transmissão de programação
sobre dois ou mais mídias ou canais separados,
ao mesmo tempo. Por exemplo, os telespectadores
vendo uma transmissão de TV em rede nacional
de um jogo de futebol, envolvendo seu time local,
podem assistir a TV pela rede, mas podem sintonizar
o som para ouvir os anunciantes locais que estão
promovendo o jogo pelo rádio.
Algumas emissoras de rádio AM e FM já
fazem isso. O FCC planeja que a programação
de DTV seja obrigatoriamente transmitida pela rede
analógica atual. Essa exigência que
é para proteger o interesse público,
reduziria a possibilidade de dois tipos ou níveis
de qualidade na programação. |
| Streaming de Mídia - Streaming media |
É o conteúdo multimídia –
do tipo vídeo, áudio, texto ou animação
– que é mostrado por um cliente conforme
é recebido através da Internet (com
recursos de banda larga), rede de broadcast ou armazenamento
local. |
| t-Commerce - Television-Commerce |
Com a TV digital, será
possível comprar determinados produtos através
da TV. No futuro, alguém interessado na trilha
sonora de um filme ou de uma novela, vai poder comprar
o CD sem sair de casa ou de frente da televisão.
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Termo dado ao display de imagem que tem uma relação
de aspecto mais larga que a comum. Por exemplo,
a relação de aspecto das TVs comuns
é 4:3 e essa é 16:9. Apesar desta
ser a relação de aspecto utilizada
pela HDTV, a tela larga também pode ser usada
com os sistemas de definição comuns
(SDTV). |
| Televisão analógica,
digital e de alta definição - Analog, digital, and
high-definition television |
Os televisores tradicionais recebem sinais de rádio
através de ondas ou sinais elétricos
via cabo. A amplitude das ondas de rádio
ou a variação de intensidade dos sinais
elétricos informam ao televisor qual cor
apresentar e com que brilho em cada ponto (pixel)
específico da tela. O televisor digital também
recebe sinais elétricos, mas eles representam
0s( zeros) ou 1s(uns). Então, um decodificador
transforma esse trem de bits em padrões de
pixels na tela. A televisão digital, ou DTV
inclui a HDTV, televisão de alta definição,
que é um conjunto de padrões de qualidade
para sinais de vídeo e áudio. Cada
um se tornará um padrão industrial
permanente para ser visto. Geralmente, o HDTV fornece
cinco canais de áudio surround, (quatro deles
com qualidade CD) e cerca de cinco vezes mais informação
de imagem (elementos de imagem ou pixels) do que
a televisão convencional. |
É o nome adotado pela FCC para Televisão
Digital – DTV. |
SDTV - Televisão digital comum - Standard Definition Television |
Um sistema de televisão digital que é
similar aos padrões vigentes de resolução
de imagem e relação de aspecto. A
imagem e o som serão melhores do que em NTSC.
Oferece a capacidade de transmitir quatro ou mais
programas com qualidade padrão (equivalente
ao NTSC), no lugar de HDTV, usando o mesmo canal.
O SDTV também incorpora som estéreo
além de uma ampla faixa de serviços
de dados. |
| Televisão Interativa - Interactive Television |
A combinação da televisão com
conteúdos enriquecidos. Fornece entretenimento
e informação melhores, combinando
a forma tradicional de assistir a TV com a interatividade
do computador pessoal. A programação
pode incluir gráficos especiais, acesso a
Web com um click através de links cruzados
na TV, correio eletrônico e chats, e comércio
on-line através de um canal de retorno. |
| DTV - TV Digital - Digital Television |
É a nova geração da televisão
que, ao longo dos próximos anos, substituirá
a atual televisão analógica em todo
o mundo. As transmissões digitais permitirão
à televisão aberta oferecer livremente
ao telespectador inúmeras vantagens, algumas
das quais já estão sendo disponibilizadas
através de outras mídias digitais,
pagas. A maioria das emissoras já usa equipamentos
digitais em seus estúdios, que independem
do sistema a ser escolhido, assim como os displays
digitais, já existentes. |
É a possibilidade captar os sinais de TV
em dispositivos em movimento: ônibus, trens,
metrô, carros, barcos, etc. |
| TV Portátil - Portable TV |
É a recepção em equipamentos
portáteis, que podem ou não estar
em movimento. Um exemplo são computadores
de mão equipados com um receptor de TV, no
qual o espectador assiste a programação
sem se deslocar. Outro exemplo são telefones
celulares equipados com um chip receptor. |
| Varredura entrelaçada - Interlaced scan |
O meio através do qual o tubo de imagens
da televisão tradicional cria o vídeo
na tela. As câmeras formam um quadro da imagem
a partir de dois campos sendo um ímpar (contem
as linhas ímpares) e outro par (contem as
linhas pares). O padrão de alta definição
1080i (o i significa varredura entrelaçada),
é um dos formatos que pode ser usado pelas
emissoras para transmitir HDTV.
Nos computadores a varredura é progressiva,
ou seja, a imagem é formada linha a linha
sem pulos. |
| Varredura progressiva - Progressive scan |
A forma pela qual o tubo de imagens dos monitores
de computador – e, de forma crescente, alguns
televisores – mostram as imagens. Também
denominada como varredura "não entrelaçada",
o processo usa um tubo de varredura progressiva
para enviar a informação para cada
pixel na tela seqüencialmente – da
esquerda para direita e de cima para baixo –
para criar a imagem na tela. O padrão de
alta definição 720p (progressivo)
é um padrão de varredura progressiva.
É identificada pela letra p, minúscula
após o número que dá a quantidade
de linhas, por exemplo, 480p.
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A rede WebTV, é um fabricante de Set-top
boxes que são usados para assistir televisão
interativa e televisão comum. Estes receptores
permitem aos usuários ter acesso a Internet,
incluindo o uso de correio eletrônico e
salas de bate-papo. Os Set-top boxes do tipo WebTV
Plus Receiver são conectados a um televisor
comum e a uma linha telefônica. Esses Receptores
aceitam links de várias TVs e WebPIP. A
WebPIP permite que os usuários vejam, simultaneamente,
páginas da Web e programação
da TV , na mesma tela, sem uma TV do tipo picture-to
picture (duas imagens na mesma tela).
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